quinta-feira, 25 de agosto de 2011

ASSÉDIO E PERSEGUIÇÃO...JÔ SOARES FAZ CRÍTICAS A GLOBO! (1987)

Hoje como funcionario da casa ele diz que essa politica nunca foi pratica da casa e que sempre foi respeitado em suas decisões, não foi o que disse em 1987.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Lançamento da Campanha dos Bancários 2011 em Osasco e Cine B.



Momento Bancário . MB188

Video em comemoração aos 30 ANOS DA CONCLAT.



Para marcar a passagem dos 30 anos do evento que mudou a história do sindicalismo brasileiro, foi realizada nesta terça-feira (23), uma sessão solene sobre a 1ª Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat), ocorrida em 1981.
O evento, realizado na cidade de Praia Grande, litoral de São Paulo, reuniu mais de cinco mil trabalhadores e trabalhadoras de todo o País, vinculados a sindicatos dirigidos pelas mais diversas correntes do movimento sindical.

Presenciaram a sessão solene diversos participantes da conferência, além de militantes e dirigentes sindicais, como o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva.

Propositor da homenagem, o deputado Vicentinho (PT-SP) recordou que a CONCLAT foi o espaço onde se decidiu a criação da CUT. "Aquele momento, em plena ditadura, uniu o povo brasileiro. E foi naquele congresso que se definiu a criação da Central Única dos Trabalhadores. Parte do movimento não queria, mas num gesto de ousadia resolvemos criar a CUT. Depois vieram outras centrais e movimentos sociais", saudou Vicentinho, que era vice-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Diadema e São Bernardo do Campo (SP) na época da CONCLAT.

O deputado Amauri Teixeira (PT-SP) enalteceu a mudança de rumos do sindicalismo brasileiro após a Conclat. "Foi a partir dessa conferência que o 'novo sindicalismo' ganhou impulso, que os pelegos foram destituídos dos sindicatos e os verdadeiros representantes dos trabalhadores começaram a assumir a luta", lembrou Teixeira.

A deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP) falou sobre o contexto daquele período e sobre as lutas atuais na Câmara. "Trinta anos, historicamente, é um tempo pequeno, mas, para nós, revendo aquele momento, parece que foi ontem. Era um momento de ebulição e de confronto, vi tanques nas ruas por conta das greves. E hoje, nesta casa, precisamos reforçar a luta dos trabalhadores, pela redução da jornada de trabalho sem redução dos salários, pela equidade entre mulheres e homens, entre outras pautas", destacou Janete, que participou da Conclat.

Outros deputados petistas que discursaram durante a sessão solene em homenagem à Conclat foram: Assis Carvalho (PT-PI), Eudes Xavier (PT-CE) e Fernando Ferro (PT-PE). A deputada Benedita da Silva (PT-RJ) e os deputados Alessandro Molon (PT-RJ) e Waldenor Pereira (PT-BA) também prestigiaram a solenidade.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Plano Brasil Sem Miséria deve erradicar pobreza extrema do Estado de SP.

Em evento no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, a presidenta Dilma Rousseff participou na quinta-feira (18/8) do lançamento do plano Brasil Sem Miséria para Região Sudeste. Presentes na cerimônia, esteve grande parte da Bancada dos deputados estaduais do PT, que considera um grande avanço a unificação dos programas federal e estadual.

sábado, 20 de agosto de 2011

Ouro de tolo...Sindicalismo Tucano, só falta o DEM vestir a camiseta do MST e lutar pela reforma agrária.

De olho nas eleições de 2014, o PSDB atrai cerca de 150 sindicalistas e abre dissidências nos partidos da base aliada do governo Dilma

Alan Rodrigues

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PALANQUE
Aécio Neves quer o apoio de entidades que reúnem 60 milhões de pessoas
Nos últimos quatro anos, seis das oito centrais sindicais brasileiras funcionaram como correias de transmissão do governo federal. Esse cenário, que ajudou as vitórias eleitorais petistas, começa a mudar no sábado 20, quando o senador Aécio Neves anuncia a filiação ao PSDB de mais de 150 sindicalistas de diversas origens, inclusive da maior central do País, a CUT, historicamente ligada ao PT. “Vamos acabar com a imagem negativa de que o PSDB é de viés elitista”, diz o presidente da Força Sindical em Minas Gerais, Rogério Fernandes, que trocará o PDT pelo PSDB. Apesar de ainda não estar claro se esse agrupamento engordará as fileiras da oposição no Congresso Nacional, a iniciativa tucana já desperta reações na base governista. “Se a CUT não se requalificar, ela será engolida por essa onda tucana”, avalia Wagner Xavier, consultor sindical ligado à corrente petista.

Segunda maior central sindical do Brasil, a Força Sindical terá a maior participação na empreitada. Entretanto, Aécio arrastou também sindicalistas filiados ao PMDB, PTB e PPS, todos ligados a outras entidades (leia quadro). Independentemente da origem dos sindicalistas que migrarão para o PSDB, o que está em jogo é a disputa por voz e voto de um exército que representa quase 60 milhões de trabalhadores, seis mil sindicatos e um orçamento de mais de R$ 80 milhões. Nas eleições de 2010, esse poderio sindical conseguiu, por exemplo, eleger 61 representantes para o Congresso Nacional, alavancar a campanha de Dilma Rousseff e ainda contribuiu para levar às cordas o candidato do PSDB, José Serra. A robustez política dessa frente sindical levou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso a concluir, em artigo publicado na revista “Interesse Nacional” em fevereiro, que se o PSDB não identificar outros grupos da sociedade para dialogar, restará aos oposicionistas o eterno fracasso eleitoral. “Enquanto o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT a influência sobre os ‘movimentos sociais’ ou o ‘povão’, isto é, sobre as massas carentes e pouco informadas, [eles] falarão sozinhos”, disse FHC. O ex-presidente sofreu críticas por admitir em público que o PSDB estava à procura de outra identidade. Seu recado, porém, foi claro: os tucanos precisam esquecer os dependentes do Bolsa Família e buscar espaço nos movimentos trabalhistas, estudantis e na nova classe C.
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ALERTA
FHC foi o primeiro a defender a busca de novos espaços
Aécio entendeu como ninguém o recado de FHC. Não por acaso, o sindicalismo tucano terá o Estado de Minas Gerais como base. Com as bênçãos do governador mineiro, Antonio Anastasia, o partido investirá na formação política de lideranças. Isso significa, inclusive, apoio nas eleições do próximo ano. O projeto de Aécio também será encampado pelo governador paulista, Geraldo Alckmin. Seu principal articulador na área é o secretário de Estado de Emprego e Renda, Davi Zaia, vice-presidente nacional da Força Sindical. “Esse projeto será replicado nos outros sete Estados administrados pelo PSDB”, adianta Zaia, que é filiado ao PPS e dirigente da União Geral dos Trabalhadores (UGT). “A CUT é chapa-branca. Temos que trabalhar com independência”, afirma Zaia. “A estratégia do PSDB é partir para a disputa ideológica e não se restringir a acordos em anos eleitorais”, avalia o consultor sindical Wagner Xavier. Para Aécio, a política se faz com gestos. Ele não esconde de ninguém que esse é o primeiro aceno em direção às eleições de 2014.
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