MPB

quinta-feira, 14 de março de 2019

Vídeo da Campanha Internacional pela liberdade de Lula.

Bob Fernandes fala tudo...


Lava Jato (ainda) quer 2,5 bilhões. Mas quer mesmo todo o Poder. E Moro afasta milícias de Bolsonaro

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Você conhece a historia do Sindicato dos Bancários de São Paulo.


Você jovem que ingressa hoje na categoria Bancária precisa saber que todos os DIREITOS que lhe são oferecidos não vem pelo reconhecimento do teu trabalho pelos banqueiros, todos eles, sem exceção, foram conquistados com luta e organização da categoria, por pessoas que dedicaram seu tempo e suas vidas pela valorização da classe mais importante que move o Sistema Financeiro do pais. 

Mesmo hoje em “Tempos sombrios”, onde todas as conquistas estão ameaçadas pela terceirização, pela reforma trabalhista, pela tentativa de uma reforma da previdência que atinge todas e todos os trabalhadores dos pais da forma mais cruel possível, o Sindicato continuara na luta “Nenhum Direito a menos”. 

Conheça o Sindicato, valorize o teu Sindicato...Sindicalize-se...Juntos somos Fortes. 

Nesse ano de 2019 o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Comemora 96 anos de Luta...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Blog do Casé: Guerreiro injustiçado...

Blog do Casé: Guerreiro injustiçado...: Marçal Tupã-y nasceu na região de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul e, aos três anos de idade mudou-se para aldeia Te’yikue, na terra ind...

Guerreiro injustiçado...

(Reprodução)

Marçal Tupã-y nasceu na região de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul e, aos três anos de idade mudou-se para aldeia Te’yikue, na terra indígena Guarani-nhadeva.
Enfermeiro, foi um reconhecido defensor das demarcações de terras indígenas e lutador contra a escravização de seu povo e a exploração sexual de meninas indígenas. 

Marçal foi morto em 25 de novembro de 1983 e seus assassinos nunca foram condenados. 

Marçal passou um tempo de sua vida trabalhando no Recife e, após retornar ao Mato Grosso do Sul, se envolveu na luta pela demarcação da terra indígena Piarakua, em Bela Vista. 
Ele foi perseguido pela Funai e transferido mais de uma vez de território ao longo de sua vida. No ano de 1980, foi escolhido para representar sua comunidade num encontro com o Papa João Paulo II. 

Na ocasião, Marçal fez um discurso enérgico apelando para que o pontífice levasse as denúncias dos povos indígenas brasileiros para o mundo. “O Brasil não foi descoberto não. O Brasil foi invadido e tomado dos indígenas desse país. Essa e a verdadeira história!”, sentenciou. 

“Leve nosso clamor para outros territórios, que o mundo nos escute, porque o nosso povo, nossa nação indígena esta desaparecendo no Brasil”, pediu em tom de apelo ao santo padre. 

O indígena também lamentou ao religioso o assassinato de lideranças friamente eliminadas por aqueles que tomam “nosso chão”. A terra era o elemento que, para Marçal, garanta a vida das comunidades indígenas. 

Após diversas ameaças e agressões, no calor da luta pela demarcação das terras Guarani-nhadeva, Marçal Tupã-y foi assassinado a tiros na porta de seu rancho na noite de 25 de novembro de 1983. 
Os assassinos, mandante e executor, somente foram julgados dez anos depois e, reforçando a lógica de impunidade dos crimes contra as lideranças camponesas e indígenas, foram inocentados. 

*Editado por Solange Engelmann

*Publicado originalmente na página do MST

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Escutar os mais velhos é um habito africano ignorado

Por Silvia Nascimento

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A professora Diva Guimarães com a escritora Conceição Evaristo (Foto : Reprodução FB)
As narrativas pessoais são indispensáveis para a construção histórica de uma comunidade. A tradição oral, se falarmos das culturas africanas, foi fundamental para conhecer o que sabemos hoje sobre nossos antepassados. Não é por acaso que o emocionante depoimento da Dona Diva Guimarães durante o evento “A pele que habito”, durante a Flip 2017, em Paraty, fez mais de 11 milhões de pessoas pararem para ouvi-la. Temos uma dívida com os nossos mais velhos.

Os influenciadores, ou seja, as pessoas que a mídia por critérios discutíveis, aponta como quem devemos ouvir devido a relevância do seu discurso são cada vez mais jovens. O que vemos, em muitos casos, é uma reprodução de discursos muitas vezes baseados em achismos e seriados da Netflix, já que não se pode falar muito sobre vivências, visto que são jovens. O olhar dessa nova geração é egocêntrico e narcisista. A minoria tem um preocupação legítima com o mundo, que não necessite de um registro para o Facebook, ou que está aberto a ouvir pessoas fora da sua bolha social.

Não estou aqui afirmando que jovens são ignorantes, até porque eu sigo muitos deles, que leem e se informam antes de emitir sua opinião e discorrem sobre assuntos que eu aos 20 e poucos nem sabia que exista. Minha provocação é, mas porque só os jovens têm falas relevantes hoje em dia e de como isso pode empobrecer a nossa visão de mundo.
“Eu posso dizer com certeza que em comunidades de Angola e Congo onde eu tenho mais contato as pessoas mais velhas ainda têm uma importância muito grande. Em Angola por exemplo, os mais velhos são chamados de cota”, explica o professor Carlos Machado, autor do precioso livro “Gênio das Humanidade – Ciência, Tecnologia, Inovação Africana e Afrodescendente. “ A cultura de empoderar os jovens, é algo muito ocidental”, finaliza Machado.
Nas culturas tradicionais africanas os influenciadores são pessoas mais maduras

A chave é a pluralidade, mas vemos que há vozes muitos silenciados nos espaços onde discutimos negritude. Tão importante quanto a literatura são os depoimentos de senhoras como a dona Diva, que não discorreu sobre dados sobre o deficit na educação pública, ela se abriu sobre como fatos históricos afetaram emocionalmente sua vida. Poucos são os livros que se atentam as emoções, a tristeza, raiva ou compaixão que sentimos em situações de conflito racial.


Que as marcas que dona Diva deixou dentro de nós seja um símbolo de resgate a valorização dos nossos idosos negros. Temos que ouvi-los antes que seja tarde demais.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Estamos VIVOS mais que nunca, na história desse pais!!


Venceremos o ódio.



Perdemos o que? 

Hoje, depois da ressaca dos dias passados, volta a escrever no meu Blog, um pouco mais sereno, analisando algumas coisas friamente, digo que não perdemos, alias, ganhamos...Perdemos uma eleição sim , que democraticamente, devemos aceitar, coisa que NÃO FIZERAM, só pra lembrar...ok! Onde todos diziam que o Partido dos trabalhadores seria execrado da vida politica do Brasil, que o anti Petismo, varreria da historia o partido que mais pensou na inclusão de famílias mais pobres no cenário econômico dos pais, do partido que levou os pais a estar entre as maiores potências do mundo, em grau de confiabilidade e crescimento, fomos respeitados internacionalmente, mesmo com uma crise mundial que batia a nossa porta, passamos, sobrevivemos e muito bem, com todos os direitos escritos na constituição sendo respeitado e os trabalhadores também... Ate ai sem novidade! 

2014 – A direita inconformada com sua apatia, de não conseguir vencer eleições, entra no clima de guerra, em 2016 - Junto com um congresso vendido, pautas bombas, com a mídia que sempre manipulou e com um judiciário acovardado, com uma grande ajuda dos EUAs....a presidente eleita sofre um impedimento, pasmem “Pedaladas Fiscais”, o mundo ficou chocado quando comprovaram que elas “as ditas pedaladas não existiram”, mas era tarde para voltar atrás e o GOLPE foi consolidado...Assume alguém que nem vale comentários... Lideranças do PT são presas por simples delações premiadas, o maior presidente dos pais é preso e continua, por um Triplex no Guarujá, QUE NÃO É SEU, alias que foi vendido pela Caixa Econômica Federal no nome de outra pessoa...Etc...Etc..Etc...Até ai todos sabem... 

Perdemos a eleição com 47 milhões de brasileiros que confiaram e votaram no nosso projeto , elegemos uma bancada não suficiente mas qualificada de guerreiros estaduais e federais, Elegemos governos pelo pais afora, e com mais ou menos 40 milhões que se abstiveram do pleito, estamos VIVOS, e é só voltar para as bases, onde sempre estivemos, nas ruas, nas periferias... Governadores, Senadores, Deputados e Vereadores... Se o partido é dos trabalhadores, precisamos ouvi-los e respeita-los...Estamos VIVOS mais que nunca, na história desse pais!