MPB

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

A naturalização do racismo e suas consequências. Chicote!




Chicote.                                                                          



Tempos atrás, no bairro do Flamengo, no Rio de Janeiro, um adolescente negro foi espancado e amarrado a um poste, por trogloditas que se achavam fazendo "justiça" com as próprias mãos.

Pior, com o apoio explícito (e cínico) de parte da mídia igualmente troglodita e desumanizada.


Não que essas atrocidades, escandalosamente, não acontecessem a rodo por aí.


Mas, agora, emponderados pelo discurso do ódio e impulsionados pela postura do "nosso" escatológico presidente da República, que rende homenagens a torturadores, tudo leva a crer que a Casa Grande resolveu, escrachadamente, entrar em cena com tudo aquilo que sempre acreditou ser seu direito: espancamentos, milícias, perseguições, pistoleiros, tortura, capitães-do-mato, impunidade e chicote. 

E, de modo covarde, com seus alvos preferenciais de sempre: pretos, pobres e desamparados. "Ou quase pretos. Ou quase brancos, quase pretos de tão pobres", como disse Gilberto Gil numa canção.

Dessa vez, a coisa aconteceu na maior cidade do país. Outro adolescente preto foi amordaçado nu e torturado a chicotadas, como se estivesse nos tempos da Senzala. Isso, dentro das instalações do supermercado Ricoy na Vila Joaniza. 

A Tortura é tipificada como crime desde 1997 no país e, mais que repudiá-la e denunciá-la, é preciso que a sociedade exija de fato que esses monstros sejam punidos.

Ou será que ainda estaremos dispostos a "ouvir o silêncio sorridente de São Paulo", diante de tais atrocidades?


Mauro Dias,

BancáriosSP

4/9/19.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

O que é Racismo estrutural, pelo Dr.Julio Santos.



quarta-feira, 10 de julho de 2019

Câmara aprova reforma da Previdência que deixa os pobres mais longe da aposentadoria



O texto-base da reforma da Previdência é aprovada em 1º turno na Câmara com 379 favoráveis e 131 contrários; PEC que na prática inviabiliza aposentadoria dos mais pobres ainda passará por segunda votação no Plenário
Agência Câmara - O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou em 1º turno, por 379 votos a 131, o texto-base da reforma da Previdência (PEC 6/19). Agora os parlamentares começarão a votar os destaquesapresentados à proposta.
Os destaques podem ser de emenda ou de texto. Para aprovar uma emenda, seus apoiadores precisam de 308 votos favoráveis. No caso do texto separado para votação à parte, aqueles que pretendem incluí-lo novamente na redação final da PEC é que precisam garantir esse quórum favorável ao trecho destacado.
A matéria foi aprovada na forma do substitutivo do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que apresenta novas regras para aposentadoria e pensões.
O texto aumenta o tempo para se aposentar, limita o benefício à média de todos os salários, aumenta as alíquotas de contribuição para quem ganha acima do teto do INSS e estabelece regras de transição para os atuais assalariados.
Outros pontos
Ficaram de fora da proposta a capitalização (poupança individual) e mudanças na aposentadoria de pequenos produtores e trabalhadores rurais.
Na nova regra geral para servidores e trabalhadores da iniciativa privada que se tornarem segurados após a reforma, fica garantida na Constituição somente a idade mínima. O tempo de contribuição exigido e outras condições serão fixados definitivamente em lei. Até lá, vale uma regra transitória
Para todos os trabalhadores que ainda não tenham atingido os requisitos para se aposentar, regras definitivas de pensão por morte, de acúmulo de pensões e de cálculo dos benefícios dependerão de lei futura, mas o texto traz normas transitórias até ela ser feita.
Obstrução
A oposição obstruiu os trabalhos por ser contra os termos do substitutivo, argumentando que as regras são rígidas demais, principalmente para os trabalhadores de baixa renda.

Brasil247

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Você conhece a historia do Sindicato dos Bancários de São Paulo.


Você jovem que ingressa hoje na categoria Bancária precisa saber que todos os DIREITOS que lhe são oferecidos não vem pelo reconhecimento do teu trabalho pelos banqueiros, todos eles, sem exceção, foram conquistados com luta e organização da categoria, por pessoas que dedicaram seu tempo e suas vidas pela valorização da classe mais importante que move o Sistema Financeiro do pais. 

Mesmo hoje em “Tempos sombrios”, onde todas as conquistas estão ameaçadas pela terceirização, pela reforma trabalhista, pela tentativa de uma reforma da previdência que atinge todas e todos os trabalhadores dos pais da forma mais cruel possível, o Sindicato continuara na luta “Nenhum Direito a menos”. 

Conheça o Sindicato, valorize o teu Sindicato...Sindicalize-se...Juntos somos Fortes. 

Nesse ano de 2019 o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. Comemora 96 anos de Luta...

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Blog do Casé: Guerreiro injustiçado...

Blog do Casé: Guerreiro injustiçado...: Marçal Tupã-y nasceu na região de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul e, aos três anos de idade mudou-se para aldeia Te’yikue, na terra ind...