MPB

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Lula envia mensagem para o III Encontro de Blogueiros.


O ex-presidente Lula envia mensagem para os blogueiros participantes do III Encontro Nacional de Blogueiros Sujos, realizado em Salvador, nos dias 25, 26 e 27 de maio.
Lula enaltece o papel democratizador dos blogueiros sujos e enfatiza a necessidade de se libertar o fluxo da informação do círculo fechado – e elitista – do PiG (*) – não exatamente nessas palavras…
Também especialmente para este evento, dois ministros do Supremo Tribunal Federal enviaram frases que se transformaram em banner para ilustrar a mesa de abertura dos trabalhos.

O Presidemte do Supremo, Ayres Britto, enviou a seguinte frase, de sua autoria: “A liberdade de expressao é a máxima expressão da liberdade”.

O Ministro Ricardo Lewandowski enviou a seguinte frase: ” “A Constituição Federal, nos artigos 5o., incisos IV e IX, e 220, garante o direito individual e coletivo à manifestação do pensamento, à expressão e à informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, independentemente de licença e a salvo de toda restrição ou censura” “

Durante a solenidade de abertura será feita uma leitura de trechos do poema “O livro e a América”, de Castro Alves, em homenagem à Bahia, e a todos os blogueiros sujos que tem de enfrentar a “judicializacao da censura”.

Este é um dos eixos dos debates do III Encontro de sujos: a judicialização da censura, uma nova etapa da luta dos sujos pela liberdade de expressão, depois que eles conseguiram desnudar o PiG (*).

Outro eixo é a luta por uma Ley de Medios.

(Ah! , que inveja da Argentina, que acaba de consumar a “desmonopolização” da Globo.)

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Mais uma vez a PM de São Paulo, despreparada agride e esculacha trabalhadora...

Em greve de metroviários, passageira é presa e denuncia esculacho

publicado em 23 de maio de 2012 às 16:38

Viomundo

Assembléia decide pelo fim da greve no Metrô em SP. Rapadura é doce mas é dura...

O Metrô tinha oferecido reajuste de 4,65%, enquanto o sindicato pedia 20,12%. A audiência de conciliação e instrução aconteceu no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (São Paulo).

1 – Reajuste salarial de 6,17%, cujo índice será utilizado para correção dos demais benefícios e adicionais atrelados à correção salarial, exceto os abaixo relacionados;
2 – Vale-alimentação no valor de R$ 218,00;
3 – Vale-Refeição no valor de R$ 23,00, sendo 24 quotas mensais;
4 – Adicional de risco de vida de 15%, para os agentes de segurança – I,II e III, e agentes de estação – OTM I, que trabalha em bilheteria;
5 – No tocante à questão da PR, o Metrô se compromete a garantir a formação de uma comissão paritária para avançar na busca da linearidade da distribuição da PR, exclusivamente em relação aos trabalhadores metroviários, com a participação do Sindicato dos Engenheiros, no prazo de até 60 dias;
6 – Em relação ao pedido de equiparação salarial, o Metrô esclarece que não discute plano de carreira no âmbito de acordo coletivo de trabalho e que já realizou equiparações, porém aceita a entrega pelo Sindicato de uma lista com as pendências existentes nas movimentações para exame;
7 – Jornada de trabalho – “cedão” e “tardão” - As partes se comprometem a revisar referida cláusula no lapso temporal de 120 dias, mediante a criação de comissão composta por representantes dos empregados e do empregador, sendo que a comissão deverá ser criada no prazo de 10 dias a partir desta data;
8 – No tocante ao adicional de periculosidade, o Metrô aguardará manifestação da PGE acerca dessa matéria;
9 – Em relação ao plano de saúde, o Metrô afirma que qualquer aporte de aumento depende de autorização do CODEC, mas a questão será igualmente levada a estudo;
10 – Quanto à demissão dos 61 funcionários por ocasião da greve realizada em 2007, o Metrô afirma que referida matéria encontra-se “sub judice” e reitera que agiu adequadamente nos termos da lei;
11 – Quanto às horas paradas, não haverá desconto em razão do acordo ora celebrado;
12 – Estabilidade:
a- gestante: 365 dias após o parto;
b- aborto: 180 dias após a interrupção da gravidez;
c- mãe adotante: 120 dias após a licença;
d- paternidade: 90 dias após nascimento ou adoção;
e- auxilio-doença: 180 dias para os afastamentos por auxilio-doença.
13 - Auxílio-transporte: de até 24 dias por mês;
14 – Manutenção das condições pactuadas em 05 reuniões transcritas em atas, devidamente assinadas pelas partes, cujas cópias serão juntadas ao processo neste ato;
15 – Manutenção das cláusulas preexistentes do acordo coletivo 2011/2012;
16 – As cláusulas pactuadas serão redigidas através de acordo coletivo pelas partes e juntadas em 30 dias.
17 - Todas as propostas acima são mantidas pelo Metrô em havendo o retorno imediato ao trabalho, após assembleia, com o término da greve.
18 - O Sindicato apresentará imediatamente após o término da presente audiência as propostas acima em assembleia, para deliberação da categoria, com imediato retorno ao trabalho, que está aguardando apenas a finalização desta audiência.
19 - O Sindicato requer seja relevada a multa em razão do acordo.
20 - Ficam suspensos os prazos processuais até noticia do resultado da assembleia.
21 - Em havendo o retorno do trabalho, os prazos ficarão suspensos até o final dos 30 dias concedidos.

De volta ao inferno, MUDA São Paulo
SÃO PAULO, 23 Mai (Reuters) - Uma assembleia do Sindicato dos Metroviários decidiu na tarde desta quarta-feira pelo fim da greve no Metrô de São Paulo, que provocou um congestionamento recorde na maior cidade do país nesta manhã.
A categoria aceitou proposta do Metrô de reajuste total de 6,17 por cento dos salários, além de elevar o vale alimentação e o vale refeição. Segundo o sindicato, que representa 8.800 trabalhadores, o Metrô se comprometeu a não descontar o dia parado dos grevistas.
A categoria pedia 5,37 por cento de reajuste, mais aumento real de 14,99 por cento. Apesar de ter concordado com um aumento menor do que o inicialmente buscado, o sindicato argumenta que o acordo foi benéfico pois inclui aumento de mais de 45 por cento no vale alimentação e superior a 20 por cento no vale refeição.
O retorno ao trabalho será imediato, o que pode amenizar o sofrimento dos paulistanos na volta do trabalho para casa, após os transtornos provocados pela paralisação na manhã desta quarta-feira.
Outra greve que ajudou a complicar o trânsito da cidade, a dos trabalhadores das linhas Safira e Coral da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) -que ligam a zona leste ao centro da cidade-, ainda depende da aprovação de uma proposta que está sendo negociada entre a empresa e a categoria no Tribunal Regional do Trabalho (TRT).
Pela manhã, a falta de transporte e o excesso de veículos, agravado pela liberação do rodízio municipal, gerou transtornos na cidade.
"Estamos chegando a um colapso, isto é prova. Eu levei 40 minutos para atravessar o Morumbi até a avenida das Nações Unidas na ponte João Dias (cerca de 4,7 km). É um absurdo. Normalmente é cinco minutos para atravessar", afirmou a taxista Antonia Regina, de 41 anos, que deixava um passageiro em um prédio comercial, na avenida das Nações Unidas, Santo Amaro, zona sul de São Paulo.
Por volta das 10h, a cidade registrou congestionamento recorde no período da manhã, com 249 quilômetros de lentidão, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Às 11h, havia 191 quilômetros de lentidão nas vias monitoradas pela CET, que se iguala ao recorde anterior, registrado na manhã do dia 4 de novembro de 2004.
CARROS E TRENS PARALISADOS
A cidade, que conta com a maior frota de veículos do país, contabiliza 960 veículos licenciados por dia. Um volume que tende a aumentar com as últimas medidas do governo de incentivo ao consumo, em especial o pacote anunciado nesta semana com redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos e juros menores em linhas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) voltadas a bens de capital.
"Demorei 3 horas para chegar aqui (zona sul da cidade), normalmente demora 20 minutos", disse o consultor André Mautoni Ferreira, que vinha de carro do Butantã, na zona oeste.
"Eu ouvi da greve ontem (terça-feira) à noite, mas não achei que ia estar um trânsito desse, está impossível", disse, acrescentando que saiu de casa às 8h e chegou por volta de 11h30 ao trabalho.
A greve dos metroviários, anunciada na noite de terça-feira após assembleia da categoria, começou às 0h desta quarta-feira e paralisou parcialmente as linhas 1-azul, que liga as regiões sul e norte; 2-verde, que serve a região da Avenida Paulista; e 3-vermelha, que liga as zonas leste e oeste.
A linha 4-amarela -operada por uma concessionária privada- e 5-lilás, a de menor extensão da rede metroviária, funcionaram normalmente.
A rede de ônibus de São Paulo não comportou a enorme demanda dos passageiros do Metrô, provocando filas de horas de espera e pontos lotados por toda a cidade.
Passageiros revoltados com o fechamento dos portões na estação Corinthians-Itaquera, da linha 3-vermelha localizada na zona leste da cidade, bloquearam a Radial Leste, principal ligação da região com o centro da capital, furaram pneus de ônibus e impediram a passagem de carros, gerando tumulto.
A polícia dispersou os manifestantes com bombas de gás lacrimogêneo.

Leia mais sobre o fim da greve dos metroviarios na Rede Brasil Atual

terça-feira, 22 de maio de 2012

Metrô e CPTM entram em greve nesta quarta- 23/05/2012 a partir da 0:00 hs.



Os funcionários das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 5-Lilás do Metrô e das linhas 11-Coral e 12-Safira da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) vão entrar em greve a partir da 0h desta quarta-feira (23). A decisão foi tomada durante assembleias realizadas pelos sindicatos dos metroviários e dos ferroviários na noite desta terça-feira (22).

O anúncio foi feito pelos metroviários após uma audiência de instrução realizada na sede do TRT (Tribunal Regional do Trabalho) entre representantes do sindicato e da Companhia do Metropolitano de São Paulo. Após a audiência terminar sem acordo, a Justiça determinou que 100% do efetivo do Metrô trabalhe nos horários de pico (das 5h às 9h e das 17h às 20h). O sindicato, porém, informou que não irá cumprir a determinação.
Segundo Alexandre Leme, diretor do sindicato, a categoria não irá respeitar a liminar da Justiça porque isso significaria não ter greve. Ele disse ainda, que a empresa deve colocar trens em circulação operados por supervisores, mas garantiu que os metroviários não irão colaborar com a medida.

Leia mais notícias de São Paulo

CPTM faz assembleia e também pode parar amanhã
A decisão do TRT obriga ainda os metroviários a colocarem 85% da frota nos demais horários. O Tribunal proibiu também a prática de catraca livre. Caso os metroviários descumpram a decisão do TRT, ficou determinada multa diária de R$ 100 mil, em favor de entidades determinadas pelo Ministério Público do Trabalho.

Reivindicações
Os metroviários exigem 5,13% de reajuste salarial, 14,99% de aumento real, vale-alimentação de R$ 280,45 e reajuste de 23,44% para o vale-refeição. Também querem equiparação salarial, 36 horas semanais, adicional risco de vida de 30%, periculosidade sobre todos os vencimentos, plano de saúde acessível para os aposentados e reintegração de todos os demitidos em 2007.

Acidente em São Paulo
A decisão foi tomada pelos sindicalistas quase uma semana após dois trens da linha 3-Vermelha (Corinthians/Itaquera - Palmeiras/Barra Funda) do Metrô bateram. O acidente ocorreu por volta das 9h50 do dia 16 de maio perto da estação Carrão, na zona leste da capital paulista.

Segundo o secretário de Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, a velocidade da composição que bateu na traseira da outra era de, no máximo, 12 km/h. O secretário afirmou que o acidente foi causado por uma falha em uma das placas de circuito eletrônico da linha, responsável pelo controle da velocidade dos trens.

Greves pelo País

Em outras cinco capitais, a greve de metroviários e ferroviários completa nove dias nesta quarta-feira. As cidades de Belo Horizonte (MG), Recife (PE), Maceió (AL), João Pessoa (PB) e Natal (RN) estão operando com apenas 30% da capacidade de seus metrôs.
Em Porto Alegre, metroviários realizaram paralisação de 24 horas na segunda-feira (21). Na capital do Maranhão, São Luís, a frota rodoviária está paralisada desde segunda-feira.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Após divulgar ligação entre Cachoeira e a Veja, Record sofre ataques



A divulgação de escutas telefônicas pelo jornalismo da Record causou irritação na direção da revista que neste final de semana reagiu com a publicação de ataques infundados contra a emissora. Curiosamente a revista da Editora Abril publicou a mentira em uma seção chamada Radar. A mesma que aparece nas gravações da operação Monte Carlo como destino das informações de interesse do contraventor Carlos Cachoeira.
Do R7...