MPB

sábado, 10 de setembro de 2011

Igreja fornece casa, carro do ano e paga até R$ 20 mil mensais a pastores.


Benefícios dos pastores incluem casa mobiliada, escola para filhos e plano de saúde. Mais experientes têm direito a carro do ano



Pastores recebem o que professores vislumbram em sonho

Silas Malafaia, 53, informou que o salário dos pastores de sua igreja, a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, vai de R$ 3.000, para iniciantes, a R$ 20.000, com benefícios que incluem casa mobiliada, escola para filhos e plano de saúde. Pastores com experiência têm direito a carro do ano.

É a primeira vez que um líder religioso neopentecostal revelou o salário dos pastores. Na falta de maiores informações, os valores citados por Malafaia podem ser tomados como referência do mercado de salários dos pregadores da Bíblia.

As perspectivas desses profissionais são as melhores possíveis, considerando que não precisam ter formação universitária. Um professor de ensino médio não ganha tanto, nem sequer um médico em início de carreira, por exemplo.

Leia mais:




“Mas é preciso saber ler a Bíblia, pregar, explicar”, disse Malafaia à jornalista Daniela Pinheiro, que escreveu para a revista Piauí de setembro reportagem sobre o pastor. “Não adianta o cara [candidato a pastor] vir com chorumela”, avisou Malafaia.

Na semana passada, a BBC Brasil informou que os pastores mais habilidosos estão sendo disputados pelas igrejas neopentecostais. Está se tornando cada vez mais comum um pastor mudar de igreja para ganhar mais, a exemplo do que ocorre em outras atividades.

A valorização desses profissionais se deve a um conjunto de fatores: o bom desempenho da economia brasileira, o fortalecimento do poder aquisitivo das classes C e D (onde há proporcionalmente mais evangélicos) e a disputa cada vez mais acirrada entre as igrejas evangélicas pelo mercado de fiéis.

O número de vagas é crescente e faltam profissionais. A procura por bons profissionais supera a oferta.

Malafaia informou que vai abrir 250 igrejas nos próximos cinco anos. Considerando que cada templo necessita no mínimo de dois pastores, a Vitória de Cristo vai precisar de pelo menos 500 profissionais. Atualmente, a subdenominação tem cerca de 100 templos.

É aconselhável que os candidatos a pastor saibam o inglês ou outro idioma, porque as igrejas neopentecostais vão continuar se expandindo exterior, em ritmo cada vez mais acelerado. A Igreja Universal, por exemplo, já se encontra em 110 países, onde o "negócio" é administrado, na maioria dos casos, por brasileiros, tidos como os de "mais confiança" em relação aos pastores "nativos".

A Universal tem mais filiais no exterior do que qualquer multinacional brasileira, registrou a BBC. Em Londres, o esforço agora da denominação é cativar os ingleses, não só, portanto, os brasileiros lá radicados.

A Igreja Mundial segue o caminho da Universal. Além de ter um forte crescimento no Brasil, a igreja de Valdemiro Santiago se expande sobretudo na África. Pouco se sabe da Igreja Internacional da Graça, do discreto R.R. Soares, mas seus planos também são expansionistas.

Na Universal, o pastor tem de cumprir meta de arrecadação de dízimo, como qualquer vendedor de apólice de seguro ou do comércio atacadista, por exemplo. Há prêmios, como viagem a Jerusalém, àqueles que obtêm os melhores resultados.

Além de bom salário, os pastores sempre têm a possibilidade de abrir “o próprio negócio” sem praticamente nenhum investimento. Para registrar uma igreja e começar a pregar e colher dízimo, desfrutando de isenção de impostos, basta R$ 500, no máximo, sem contar o aluguel de um salão.

Do Blog http://pragmatismopolitico.blogspot.com/2011/09/igreja-fornece-casa-carro-do-ano-e-paga.html
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Artur Henrique e Adi dos Santos apoiam Vagner Freitas. SOMOS FORTE, SOMOS CUT.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Complexo do Alemão: "Não houve guerra do tráfico. Soldados do exército atiraram para o alto"

Deus e o diabo na terra e o povo acredita em quem?



No final da tarde de ontém, dia seis de setembro, nossa reportagem foi ao Complexo do Alemão ouvir os relatos de moradores vítimas da violenta ação do exército na noite de domingo. No momento em que faziamos uma entrevista, moradores alertavam uns aos outros que o exército estaria subindo o Complexo para levar a cabo um toque de recolher. Nossa reportagem ficou horas escondida na laje de uma casa no alto da favela de onde era possível assistir aos tiros de munição traçante disparados para o alto pelas tropas. Os disparos foram feitos durante horas e sempre partiam de localidades onde existem quartéis do exército.

Quando nossa equipe deixou a favela, repórteres do monopólio dos meios de comunicação e militares diziam que os tiros se travam de um suposto confronto com traficantes. Contudo, durante as sete horas em que permaneceu na favela, nenhum traficante foi visto por nossa reportagem, a única dentro do Complexo no momento dos disparos. Durante as sete horas em que nossa equipe esteve no local, trabalhadores mostraram-se revoltados com a militariazação e dispostos a lutar contra os desmandos do exército. Focos de protestos podiam ser vistos na Nova Brasília, na Fazendinha e na Grota. Nas ruas, moradores começavam a sair de casa e comentar a ação dos militares que, segundo rumores, deixou mortos um senhor de idade e uma menina que voltava da escola.

Comentários da pessoa que enviou o vídeo (patrickgranja)
  • @marcoaurelioeb Cada figura que aparace por aqui.
  • Era só que faltava! Exército dando tiro pro alto (e traçante, que é raro) simplesmente por atirar... Faça-me o favor! Acreditar num bando de desocupados que preferem o poder de volta à bandidagem, que idolatram o verdadeiro sentido da palavra MARGINAL (que vive à margem da sociedade) e querer fazer esse tipo de reportagem barata e sem fundamento é de se lastimar... O Exército quando atira, qualquer um filma. Por que não filmaram de onde saíram esses tiros? Vai lá tentar filmar bandido atirando..
  • @TheDjheltonrj Amigo, nosso jornalísmo é, de fato, barato, porque só os que fazem coro com o Estado reacionário, como você, são financiado para fazer um trabalho jornalístico. Mesmo assim, com muita dificuldade, nós fazemos, corremos risco, falamos com os moradores de favelas, coisa que nenhuma emissora faz. Não nos julgue, principalmente quando não sabe o que está falando. Isso é internet, mas têm pessoas do outro lado do computador.
  • @TheDjheltonrj Outra coisa, munição traçante não é nada raro, como você disse. É só um tipo de munição usada a noite para dar ao atirador noção da direção dos disparos. Mais uma vez: não fale o que você não sabe. Quer dar uma opinião? Então paute-se primeiro. Eu estive lá e não apoio o tráfico. Muito pelo contrário. Sou inteiramente a favor do combate ao tráfico. Mas o exército não está lá pra isso. Caia na real e veja um pouco menos de TV. Vá ler um livro de sociologia, relações humanas, etc.

Denúncia Urgênte: Alckmin e Serra suspeitos de fazerem escutas telefônicas.

Nesta quinta-feira (08), o jornal “Estadão” divulgou denúncia sobre suspeita do governo Alckmin/Serra fazer escuta telefônica na Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp), através da Fence Consultoria Empresarial Ltda.

O deputado estadual Simão Pedro afirmou que, diante do caso, irá solicitar investigação profunda sobre o contrato da Prodesp. “Farei uma representação ao Ministério Público para apurar o caso e solicitarei ainda abertura de CPI na Assembleia Legislativa”.
Leia a íntegra das duas matérias publicadas hoje:
SP mantém contrato com empresa de varreduras de ligações telefônicas
Fernando Gallo, de O Estado de S.Paulo
O governo paulista mantém há três anos contrato com uma empresa que, segundo seu proprietário,trabalha com “contrainformação” e faz “varreduras” em escutas telefônicas na Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp), empresa de economia mista – e sociedade anônima fechada – que gerencia toda a rede de dados do Executivo estadual.
A Fence Consultoria Empresarial Ltda. foi contratada em julho de 2008, durante a gestão do ex-governador José Serra (PSDB), e continua trabalhando para a administração do também tucano Geraldo Alckmin.
A Prodesp diz que a Fence presta “serviços técnicos especializados em segurança de
comunicações em sistemas de telefonia fixa” nos “ambientes internos e externos” da estatal. Ainda conforme a Prodesp, somente as suas linhas são monitoradas, pois ela não tem acesso a linhas ou troncos telefônicos de outros órgãos.
A contratação se deu sem licitação porque a Prodesp avaliou tratar-se da única empresa no mercado que atendia a todas as suas necessidades. No dia 19 de agosto, o Diário Oficial do Estado publicou a segunda prorrogação do contrato. O valor a ser pago nos próximos 12 meses, de acordo com o documento, é exatamente igual ao do primeiro contrato – que teve duração de dois anos – e da outra prorrogação: R$ 858,6 mil por ano. Significa que ele nunca foi corrigido, nem pela inflação. E que, com esse preço como referência, o governo já pagou um total de R$ 2,6 milhões à Fence.
O contrato prevê a realização de “serviços emergenciais”, pelos quais o governo pagaria R$ 2 mil por visita. Questionada pela reportagem, a Prodesp afirmou que nunca foi necessário nenhum serviço de emergência nem fora da sede da Prodesp. Sobre valores, a Prodesp informou que, desde julho de 2008, paga mensalmente à Fence R$ 69.120, o que totaliza R$ 829.440. A Prodesp não explicou a diferença desse valor para os R$ 858,6 mil.
A Secretaria da Fazenda informou que os pagamentos feitos à empresa não aparecem no Prestando Contas, site do governo que mostra a execução orçamentária estadual, porque a Prodesp é uma empresa não dependente – e, como tal, não está incluída no sistema de informações orçamentárias.
Prodesp diz que só seus telefones são monitorados
Fernando Gallo, de O Estado de S.Paulo
A Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp) informou, em nota, que “somente monitora suas linhas telefônicas e não tem acesso a linhas ou centrais telefônicas de qualquer outro órgão da administração pública em geral, sejam seus clientes ou não”.
A empresa sustentou também que a contratação da Fence Consultoria Empresarial Ltda. foi totalmente regular: “Obedeceu rigorosamente aos preceitos legais e dispositivos previstos na Lei de Licitações e já foi analisada pelo Tribunal de Contas do Estado e julgada regular”.
O Estado indagou se o governador Geraldo Alckmin tinha conhecimento do contrato e se via a necessidade dessa contratação. A assessoria do Palácio dos Bandeirantes não respondeu a essas perguntas e argumentou que a manifestação oficial era a da Prodesp, repassada à reportagem pela Secretaria de Gestão Pública. Procurada desde a semana passada pelo Estado, a assessoria do ex-governador José Serra informou que não conseguiu encontrá-lo até o fechamento desta edição.
O proprietário da Fence Consultoria, coronel reformado do Exército Ênio Gomes Fontenelle, explicou que sua empresa atua na área de consultoria em segurança de
comunicações. “Faz contrainformação, varredura”, afirmou. De acordo com ele, a Fence trabalha na detecção de escutas clandestinas, tanto em telefones como ambientes, e não realiza nenhum tipo de proteção de dados.
Fontenelle disse também que não poderia informar quem o procurou em 2008 para contratar a Fence: “Isso é informação privilegiada do cliente”. Fontenelle reafirmou a versão apresentada pela Prodesp, segundo a qual nunca houve necessidade de varreduras fora de sua sede nem a realização de qualquer visita em caráter de emergência.
O coronel reformado explicou que funcionários da empresa Fence – que tem sede no Rio de Janeiro – vêm a São Paulo uma vez por mês com os equipamentos para a realização do serviço contrato pela Prodesp.
O dono da Fence, Ênio Gomes Fontenelle, é coronel reformado do Exército e foi chefe da área de comunicações do extinto Serviço Nacional de Informações (SNI).
O SNI foi o órgão de inteligência que operou durante os anos da ditadura militar e depois foi substituído pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Em 1993, Fontenelle se aposentou e montou a Fence. A empresa prestou serviços para outros órgãos públicos, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Do blog do Dep.Simão pedro

Mídia não divulga Grito dos Excluídos.

Grito dos Excluidos
Por aleXandre
O "Grito dos excluidos" não foi insuflado pela mìdia golpista nem teve"130.000" confirmações no "face book". no entanto , leva multidões á todas as capitais do país em todo 7 de setembro.
Jamais foram capa do " O Globo"
Do Hoje em Dia
Grito dos Excluídos leva mais de mil pessoas às ruas de BH
Vários grupos ligados a movimentos sociais reivindicaram direito iguais para todos. Neste ano não houve confronto com a PM
Thaís Mota
TONINHO ALMADA
Manifestantes percorreram as avenidas Santos Dumont e Afonso Pena até a Praça 7
Com o lema "Pela vida, grita a terra... Por direitos, todos nós!", a 17ª edição do Grito dos Excluídos reuniu representantes de movimentos sociais e sindicais, nesta quarta-feira (7) em Belo Horizonte. Aproximadamente 1.200 pessoas saíram da Praça da Estação, na Região Central de Belo Horizonte, e seguiram em direção à Praça 7. Durante o trajeto os participantes pararam na Praça da Rodoviária para que os representantes dos movimentos presentes se pronunciassem sobre o evento e chamassem a população à participar.
O Grito contou com participantes de vários grupos e movimentos que 'gritavam' pela educação, saúde, trabalho, juventude, mulher, terra e democracia. Segundo o coordenador das Pastorais Sociais, Frederico Santana, o objetivo da manifestação é das visibilidade às exclusões sociais e manter as pastorais e os movimentos sociais articulados no debate sobre o projeto popular. "E o Grito acontece justamente no dia da 7 de setembro pra denunciar que a independência ainda não aconteceu pra boa parte da sociedade", explicou.
Felter Rodrigues dos Santos e Sônia Maria Mendes estiveram no Grito dos Excluídos para reinvindicar o direito à moradia. Eles são representantes da comunidade Dandara, no Bairro Céu Azul, Região da Pampulha. Os moradores reivindicam a posse de um terreno de 360 mil metros quadrados ocupado pela comunidade em 2009. "Estamos lutando pelo direito à moradia digna de mais de 1000 famílias que vivem na comunidade", disse Falter. Mas Sônia ressalta que os moradores já tiveram várias conquistas, como um posto de saúde e um centro comunitário na comunidade.

por Luis Nassif

A aventura dos que lutam contra o terrorismo nos EUA.





Mesmo se fosse ficção, a história desses personagens já seria sensacional. Mas se são reais e se dão no epicentro da guerra fria – entre Cuba e os EUA, entre Havana e Miami -, com personagens reais, que têm sua trajetória verdadeira reconstruída com maestria por um dos melhores escritores que temos - só poderia dar um livro extraordinário.

Fernando Morais diz que quer, com suas obras, de Olga a Paulo Coelho, passando por Chatô, entre tantas outras – ajudar a entender o Brasil. Com "A Ilha" nos ajudou a entender a Cuba, com "Os últimos soldados da guerra fria", nos permite entender melhor a América Latina, sua relação com os EUA e, portanto, um dos eixos que articulam o mundo contemporâneo.

O cenário é uma das duas esquinas da guerra fria – a outra era Berlim dividida -, que quase levaram a um enfrentamento bélico entre as duas superpotências. A trama tem a ver diretamente com isso. Daí a intensidade que ganham as situações de tensão, entre países, refletida em personagens concretos, reconstruídos com maestria por Fernando.

Cuba era, literalmente, o “pátio traseiro” dos EUA. Toda a economia cubana dependia da venda da safra de açúcar ao mercado norteamericano. Cuba era o destino principal do turismo norteameriano, que dispunha de uma enorme estrutura de cassinos, cabarés, rinhas de briga de galos, prostíbulos. Nem precisavam passar pela alfândega, saíam diretamente com seus iates da Florida e chegavam aos hotéis de Havana.

Os carros norteamericanos eram primeiro testados em Cuba, antes de serem lancados nos EUA. A primeira linha aérea internacional da Pan American foi para Cuba, cenário típico dos filmes de Hollywood.

A ditadura de Batista, derrubada pelo movimento liderado por Fidel, tinha o apoio total dos EUA. Desde o começo Washington tramou contra a Revolução Cubana. Quando foram realizadas a reforma agrária, a reforma urbana, a nacioanalização da indústria açucareira, os EUA passaram a enfrentar abertamente o novo governo cubano, decretando o bloqueio do país – ha meio século -, tentando uma invasão com mercenários e passando a financiar a oposição a Cuba, localizada basicamente em Miami.

As ações terroristas foram uma constante ao longo das 5 décadas de poder revolucionário, da mesma forma que o trabalho de infiltração por Cuba dos grupos opositores, buscando informações que permitissem evitar essas ações. Os 5 últimos soldados fazem parte dessas escaramuças.

Já sob os duros efeitos do fim da URSS e do planejamento econômico internacional do campo socialista - quando Cuba perdeu todo seu mercado para a produção de açúcar em troca do petróleo -, o turismo ganhou mais destaque na resistência cubana para sobreviver à pior crise que tinha enfrentado desde 1959. As ações terroristas se concentraram então em locais de turismo, tentando passar a ideia do risco dessa atividade em Cuba.

Foi nesse marco que Cuba resolveu montar uma operação que conseguisse penetrar nas organizações que mais diretamente realizavam as ações terroristas, diante da passividade, da conivência, quando não do incentivo e do apoio direto do próprio governo dos EUA. A historia magistralmente relatada por Fernando Morais é a de cinco deles, que foram presos e ate’ hoje cumprem penas nos EUA, por terem tratado de fazer o serviço que os EUA não fazem: o de recolher informações junto aos grupos terroristas no exílio cubano, para tratar de evitar a proliferação de sua ações criminosas.

O livro começa já com a descrição da dramática situação de um cubano sempre identificado com a revolução, que de repente aparece como um “traidor”, que chega a Miami a bordo de um avião da Força Aerea cubana, que ele mesmo tinha pilotado na guerra de Angola. Ninguém da sua família sabia, nem mesmo sua mulher, até ali confidente de tudo, que não podia acreditar que o seu marido e companheiro de vida está falando para uma rádio de Miami, criticando a revolução e justificando sua deserção.

Fernando retoma, fio a fio, a saída de cada um deles, suas inserções no
meio de organizações terroristas cubanas na Florida, o clima dessa colônia, até, finalmente, a prisão de todos e as condições absurdas dos processos que se armam contra eles, como se estivessem espionando instituições norte-americanas e não apenas entidades terroristas da oposição cubana, tarefa que deveria ser feita pelo próprio governo dos EUA.

A mídia brasileira se sente incomodada diante de um livro com esse teor e trata de calar sobre ele. Uma que outra nota apenas não impede que o livro salte para os primeiros lugares nas listas do mais vendidos. Uma leitura obrigatória para entender como os EUA tratam de manter a guerra fria nas suas relações com Cuba, porque até hoje nao conseguiram tragar o fato de que não conseguiram derrubar, por nenhum meio possível, o regime que mais oposição lhe faz, há mais de meio século. Uma leitura deliciosa para qume gosta de livros de aventura, de espionagem, de temas políticos vinculados à ação. E um grande trabalho a favor da libertação dos cinco cubanos que, lutando contra o terrorismo em território noteamericano, foram presos e condenados, enquanto terroristas confessos continuam andando livremente pelas ruas da principal potência imperial da história.

08/09/2011
Postado por Emir Sader às 12:19

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Metrô já soma 56 panes com a falha da última sexta-feira na Linha 3.

Panenometrô - 02/09/2011

 

Com a pane na Linha 3 - Vermelha, que ocorreu na sexta-feira (2/9), por volta da hora do almoço, já são pelo menos 56 falhas graves no Metrô de São Paulo, de dezembro de 2007 até hoje. (clique aqui para ver a lista)

“Estas panes, na verdade, apenas comprovam a fragilidade do sistema”, ressalta o líder da Bancada do PT, deputado Enio Tatto.
Segundo a agência Folha, a falha desta sexta foi elétrica e prejudicou a circulação de trens na linha Corinthians/Itaquera-Palmeiras/Barra Funda, por quase uma hora, por volta das 12h36.. Passageiros relataram terem ouvido explosões no interior de uma composição e tiveram que deixar a composição com problema, que precisou ser rebocada.
Devido ao trabalho de reboque da composição, todos os outros trens que trafegavam pela linha tiveram que andar com velocidade reduzida.

A integração com a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) na estação Brás e na estação Barra Funda foi fechada durante o problema, devido ao controle de fluxo de passageiros. A integração no Brás ficou fechada das 13h10 até as 13h55. Já a da Barra Funda ficou interrompida entre as 13h32 e as 13h55.
http://www.ptalesp.org.br/bancada_ver.php?idBancada=3376

Governo de SP retira mais de R$ 78 milhões da Secretaria de Segurança

Atuação Temática - Segurança

Má gestão - 02/09/2011

A população do Estado de São Paulo assiste acuada ao crescimento da criminalidade. Os ataques a caixas eletrônicos aumentam assustadoramente. Levantamento da imprensa apurou que, de janeiro até agora, 105 casos de ataques a estes equipamentos aconteceram no período noturno, somente na Região Metropolitana de São Paulo. Foram 50 ações na Capital e 55 na Grande São Paulo. Em 72 dos 105 casos, os bandidos utilizaram explosivos; e em 36 deles as máquinas estavam instaladas dentro de supermercados. O interior do Estado também tem sofrido com este tipo de crime.

O governo do Estado permanece omisso. Faltam investimentos em inteligência policial, essencial na prevenção e repressão ao crime organizado.

O orçamento da secretaria para 2011, previsto em lei, era de R$ 11,9 bilhões. De janeiro até agora, o governo tucano retirou mais de R$ 78 milhões para suplementar outros órgãos do Estado.
“Este é o reflexo da falta de uma política de Segurança Pública para o Estado de São Paulo”, destaca o líder da Bancada do PT na Assembleia Legislativa, deputado Enio Tatto.
Riscos ao cidadão
Nas explosões dos caixas, além do intolerável crime ao patrimônio, os bandidos expõem o cidadão comum ao risco de perder sua vida, em uma destas explosões.
Os caixas eletrônicos fora dos bancos que, antes, eram uma comodidade para a pessoa que, em qualquer horário, e em vários pontos comerciais, poderia retirar dinheiro. Agora, está o comércio sob o risco de ser alvo de uma explosão, seus funcionários, os frequentadores e as pessoas passam ou moram no entorno.
Só nas últimas 48 horas
Quatro caixas eletrônicos foram atacados por criminosos, na madrugada desta quinta-feira (1/9). Dois na Zona Sul da Capital, um no município de Jacareí e outro em Rio Claro. Em todos os casos, os bandidos explodiram os caixas, estavam fortemente armados e conseguiram fugir levando parte de dinheiro.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Dep.Luiz Claudio Marcolino em ato realizado em pró reabertura do Hospital Sorocabana- Parte II



Política se faz assim...Do povo para o povo...
Video realizado durante a mobilização popular para a reabertura do Hospital Sorocabana, no bairro da Lapa, Zona Oeste - São Paulo.

TV TST fala sobre terceirização com o Ministro Pedro Paulo Manus.

O programa TV TST desta semana traz uma entrevista exclusiva com o ministro Pedro Paulo Manus. Ele conversa sobre terceirização e explica quais os critérios legais para este tipo de contratação.O programa TV TST que vai ao ar na TV Justiça em quatro horários sexta às 12h, sábado às 5h, terça às 9h e quarta às 22h.

Quebra de sigilo bancário, má fé, Terceirização ou precarização do Serviço Bancário.!






domingo, 4 de setembro de 2011

“Estatuto estava velho e ultrapassado”, disse João Paulo Cunha

Deputado federal pelo PT de São Paulo, João Paulo Cunha participou ativamente do 4º Congresso do Partido, que aconteceu até este domingo em Brasília.

“As expectativas vão a dois sentidos, o primeiro sentido é a gente reformar o nosso estatuto, o nosso estatuto está velho e ultrapassado, e ele precisa ser um estatuto contemporâneo para o papel que o PT desenvolve no Brasil e para esse novo Brasil que nós estamos construindo. E a segunda coisa é fazer uma análise de conjuntura correta e entender o que está acontecendo no Brasil e no mundo. E o PT tem uma responsabilidade muito grande com isso de conseguir dar força para a nossa presidenta Dilma e continuar as mudanças que o Lula começou”.
(Portal do PT)