quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Crise de Credibilidade da Revista VEJA.
Um experiente professor de comunicação explicou que a editora Abril passa por um momento de declínio em credibilidade e luta para escapar de uma crise.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
MSM NO MASP PELA DEMOCRATIZAÇÃO DA MÍDIA.
TIVEMOS UM BELO SÁBADO DE SOL no ato promovido pelo Movimento dos Sem Mídia contra a corrupção dos corruptores detentores dos meios de comunicação no Brasil, comumente chamados por nós de PIG - Partido da Imprensa Golpista, pois fazem jornalismo parcial e não atuam com ética para com os leitores e povo brasileiro.
Participaram do ato cerca de "CEM GIGANTES" como diz nosso companheiro Eduardo Guimarães. A qualidade dos participantes foi fantástica, a começar pela linda Victória e família, representando o Edu.
Leia mais e acompanhe o blog do Willian Categoria bancária
domingo, 18 de setembro de 2011
Para reflexão "VIDA APÓS A VIDA NESTA VIDA"
Sempre pensei que ia morrer cedo. A luta armada, a
clandestinidade na luta contra a ditadura, aventuras, promiscuidade, orgias,
riscos...tudo me levava a crer que não chegaria aos trinta anos. Para quem tem
vinte anos, quem tem trinta já é coroa. Tomei um susto quando vi-me vivo e
saudável aos trinta. Aos quarenta percebi a possibilidade real da morte. No dia
do meu aniversário quarentão, um jovem ator de 24 anos perguntou como eu me
sentia: “Agora? de frente para a morte”. Para minha surpresa foi o jovem
quem morreu logo depois.
Aos cinqüenta apaixonei-me pela letra de Aldir Blanc na
voz de Paulinho da Viola: “...aos cinqüenta anos, insisto na
juventude...”, isto enquanto percebia meu ângulo peniano caminhando para os
90º. Mas, antes dos sessenta a pílula azul alargou minhas possibilidades e
possibilitou-me ver o sexo por ângulos mais
estreitos.
Agora estou além dos sessenta. Aos quarenta rezava pela
alma dos mortos amigos e parentes. Nome por nome eu pedia ao Senhor. Hoje, são
tantos os que caíram, que apenas peço “...pelos mortos em gera.l”. E mais
uma vez espanto-me por estar ainda vivo, e consolo-me no Salmo 91.7 que diz:
“...1.000 cairão ao teu lado e 10.000 à sua direita, mas você não será
atingido”. Mesmo confiando na Palavra, ainda assim caminho embaixo de
marquise pra São Pedro não me ver.
Ainda estou vivo, e pra quem pensou que morreria aos
trinta descubro que existe vida após a vida. Mas o preço do viver é muito alto
para o jovem de hoje: tem que comprar apartamento, arranjar um trampo, ganhar
dinheiro, ficar famoso, comer todas, bombar no iutube, malhar, casar, ter
filhos, comprar carro, estar bronzeado, conhecer tudo de web, e ainda ir ao show
da Madonna, entre outras miudezas.
Após os sessenta você já está quite com tudo isto e
pensa que vai viver em paz.
Qual o quê: tem que tomar insulina, antidepressivos, rivotris,
controlar a pressão, não comer açúcar, não comer sal, não fumar, não beber, se
conseguir comer uma e outra já é uma vitória, tem que caminhar ao menos meia
hora por dia mesmo sem querer, cuidar do joanete, dormir cedo, vender o
apartamento, fugir da bolsa, não discutir no trânsito, não se alterar no caixa
do supermercado, tolerar os filhos, agradar os netos, ficar calado diante da
mediocridade, aceitar o salário de aposentado, ter o testamento em dia, e curtir
todas as dores ósseas, nervosas e musculares porque se algum dia você acordar
sem dor é porque está morto.
Claro que o idoso tem suas vantagens: uma delas é a
transparência. Quanto mais velho mais transparente você se torna. Chega a ficar
invisível: ninguém mais lhe percebe, mais um pouco e nem lhe enxergam. Mas, pode
passar à frente dos jovens nas filas todas, com aquele ar de superior: “Você
é jovem e sarado, mas eu tenho prioridade”. E ante qualquer aborrecimento ou
dificuldade você ameaça enfartar ou ter um AVC. Funciona sempre, todos logo se
tornam gentis e cordatos, e é garantia de muitas meias e lenços como presentes
no Natal.
Lidando com a minha “terceira idade” ouço de meu
psicanalista, o bom Luiz Alfredo : “Só há dois caminhos: envelhecer...ou o
outro, muito pior”. Prefiro envelhecer, aceitando cada minúsculo
“sim” que a vida me dá com uma grande alegria e uma grande vitória. Hoje
quando encontro vaga num elevador do shopping, quando o banco está vazio, ou
quando encontro promoção na farmácia, já considero uma bênção gigantesca e
agradeço a Deus pela Graça Alcançada.
Após os sessenta, como no filme de Brad Pitt, regrido na
existência, deixo Paulinho e a viola de lado e reencontro Lupiscinio “Esses
moços, pobres moços...ah se soubessem o que eu sei...” . Mas se soubessem
não ia adiantar nada: porque a sabedoria é filha do tempo. Como diz o amigo
Percinotto, também idoso: “o diabo é sábio porque é
velho”.
Pelo andar da carruagem, percebo que já morri muitas
vezes nesta vida, e que viverei até fartar-me.
Texto de Bemvindo sequeira
sábado, 17 de setembro de 2011
Wagner Moura: "Eu não falo com a revista Veja"
Wagner Moura diz que revista Veja é "reacionária",
"conservadora" e "elitista".
Dando
uma pausa na linha literária. Terminei de ler a entrevista do ator Wagner Moura
na edição deste mês da revista “Caros Amigos”. Recomendo a leitura. Entre outros
assuntos, o ator fala (ainda) sobre as polêmicas em torno do filme Tropa
de Elite e diz o que pensa da mídia brasileira.
Wagner declarou, sem meias palavras, que não dá
entrevistas à “Veja”, por considerá-la “uma revista de extrema direita
brasileira”. Confira um aperitivo:
“A linha editorial da revista Veja, uma revista de extrema direita brasileira. Eu me lembro claramente de uma capa da revista Veja que me indignou profundamente, sobre o desarmamento, que dizia assim: “Dez motivos para você votar ‘Não’ “. Eu me lembro claramente da revista Veja elogiando Tropa de Elite pelos motivos mais equivocados do mundo. E semana sim, semana não está sacaneando colga nosso: Fábio Assunção, Reynaldo Gianecchini, de uma forma escrota, arrogante, violenta. Outro motivo é que na revista Veja escreve Diogo Mainardi! Eu não posso compactuar com uma revista dessas, entendeu? Conservadora, elitista. Então, não falo com a revista Veja, assim como não falo para a revista Caras. Agora, a mídia é um negócio complexo, importante. A imprensa brasileira, nessa episódio agora do Congresso, cumpre um papel sensacional. Achei ótimo o fim dessa lei de imprensa, careta, antiga. Acho que a imprensa tem que se sentir livre e trabalhar e quem se sentir agredido por ela entra em juízo e processa”.
Pegando carona na metáfora usada pelo ator em outro
trecho da entrevista, muita gente ainda não tomou a pílula nem despertou para o
deserto do real – são os que ainda estão conectados à Matrix. Felizmente, é
uma espécie cada vez menos numerosa.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
O presidente da CUT- Nacional, Arthur Henrique fala sobre GREVE...
No NBlogs desta quarta-feira (14), você vai saber como funciona uma greve e
quais são os procedimentos para que ela aconteça. Para debater esse assunto, a
apresentadora Fabiana Panachão recebeu o presidente da Central Única dos
Trabalhadores Nacional, Arthur Henrique dos Santos, e o blogueiro do R7, Denis
Freire de Almeida.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Alckmin joga no lixo metade dos planos de José Serra
Publicado em 12-Set-2011
Entre os não cumpridos, dois professores por sala de aula...
AlckminÉ dramático, para dizer o mínimo, o levantamento publicado pela Folha de S.Paulo no fim de semana (sábado) dando conta de que a briga, ou melhor, a divergência política entre os tucanos Geraldo Alckmin e José Serra levou o atual governador a jogar no lixo e a cancelar praticamente a metade das metas estabelecidas no Plano Plurianual (PPA) 2008-2011 prometidas pelo antecessor.
Com o título "SP não cumpre quase metade das metas", o jornal relaciona as 54 prioridades listadas pelo governo José Serra para o período 2008-2011 e herdadas por Alckmin. Destas, 24 foram canceladas pelo governador. Ou seja, não serão executadas.
O jornal traz mais duas listas distintas, uma com as 24 principais metas-promessas feitas por José Serra no PPA 2008-2011 que não serão cumpridas por Alckmin; e a outra com 21 metas desse PPA cumpridas ou em execução.
Entre as metas abandonadas, dois professores por sala de aula
Na relação das metas que não serão cumpridas figuram a retirada de presos de delegacias superlotadas; a conclusão de duas linhas do metrô, a 4 e a 5 na capital; um total de 23 piscinões contra enchentes; os trens de subúrbio do ABC, Guarulhos e para Santos; dois professores por sala de aula...e por aí vai.
O governo do Estado respondeu por nota ao jornal, na qual reconhece que parte das metas do PPA 2008-2011 não será cumprida por questões orçamentárias, de projeto, de mudança de prioridades ou dificuldade política. Vejam bem, não serão cumpridas por "dificuldade política". Mas, no documento o governo Alckmin conclui que "a execução (das que sobreviveram) é bem satisfatória".
Blog do Zé Dirceu
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