terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Deputado Luiz Claudio Marcolino fala sobre o escândalo PSDB/Alston/Siemens e sobre as barreiras que impedem a CPI . Justiça - desde que na seja Suiça ll.




Assembleia Legislativa de São Paulo resiste a instalar CPI sobre o escândalo Alston/Siemens, para apuração das denúncias de pagamento de propina a integrantes do governo do PSDB desde fins da década de 90. Para falar sobre as barreiras que impedem a pretendida CPI recebemos hoje o deputado estadual Luis Claudio Marcolino, líder da bancada do PT na Assembleia Legislativa Paulista.

Tema: CPI Alston/Siemens

Com o PSDB a justiça brasileira caminha a passos de cágados . Justiça -desde que seja a da Suíça.

Colunista da Folha chuta o pau da barraca

Enviado por  on 27/01/2014 – 9:29 pm95 comentários
Ricardo Melo, colunista da Folha, publicou hoje uma fortíssima denúncia contra a parcialidade da Justiça em favor do PSDB. Eu reproduzo abaixo alguns trechos. Será que Joaquim Barbosa vai pedir o “ostracismo” para ele?
*
Assim caminha a impunidade
(…)
Vários pesos, várias medidas. Enquanto o chamado mensalão petista foi julgado com celeridade (considerado o padrão nacional) e na mesma, e única, instância suprema, o processo dos tucanos recebe tratamento bastante diferente. Doze anos (isso mesmo, doze!) separam a ocorrência do desvio de dinheiro para o caixa da campanha de Eduardo Azeredo (1998) da aceitação da denúncia (2010). Com o processo desmembrado em várias instâncias, os réus vêm sendo bafejados pelo turbilhão de recursos judiciais.
Daí para novas prescrições de penas ou protelações intermináveis, é questão de tempo.
(…)
Se na Justiça mineira o processo caminha a passo de cágado, no Supremo a situação não é muito animadora. A ação contra Azeredo chegou ao STF em 2003. Está parada até agora.
(…)
Certo mesmo é o contraste gritante no tratamento destinado a casos similares. Em todos os sentidos. Tome-se o barulho em torno de um suposto telefonema do ex-ministro José Dirceu de dentro da cadeia. Poucos condenam o abuso de manter encarcerado um preso com direito a regime semiaberto. Isso parece não interessar. Importa sim reabrir uma investigação sobre uso de celular, que aliás já havia sido arquivada. Resultado: com a nova decisão, por pelo menos mais um mês Dirceu perde o direito de trabalhar fora da Papuda.
Por mais que se queira, é muito difícil falar de imparcialidade diante de tais fatos, que não são os únicos. As denúncias relativas à roubalheira envolvendo trens, metrô e correlatos, perpetrada em sucessivos governos do PSDB, continuam a salvo de uma investigação séria. Isso apesar da farta documentação colocada à disposição do público nas últimas semanas. Vê-se apenas o jogo de empurra e muita, muita encenação. Alguém sabe, por exemplo, que fim levou a comissão criada pelo governo de São Paulo para supostamente investigar os crimes? Silêncio ensurdecedor. Mesmo assim, cabe manter alguma esperança na Justiça -desde que seja a da Suíça.
ricardomelo
Ricardo Melo
OCafezinho

domingo, 26 de janeiro de 2014

Black Blocks , Militantes do PSOL, do PSTU e da Rede (de Marina Silva).Protestam contra Copa e revoltam a população em São Paulo.

Os covardes mascarados durante a manifestação quebraram e depredaram lixeiras, lojas, agencias bancarias ,uma viatura da GCM e  atearam fogo em um carro (um fusquinha) de um trabalhador com toda sua família dentro inclusive uma criança que foi resgatada graças a Deus sem maiores ferimentos, Canalhas, esse é o gigante adormecido?
Acabaram as férias dos playboys e recomeça o vandalismo em São Paulo.






Casé

Por Eduardo Guimarães do Blog da Cidadania
Assista, abaixo, a compilação dos vídeos que consegui gravar com meu celular.




Protesto contra Copa revolta população em São Paulo

25 de janeiro de 2014. Cheguei por volta das 17 horas à avenida Paulista para cobrir o protesto contra a realização da Copa do Mundo no Brasil que partiria do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e se espraiaria pelo centro velho da capital, onde, para variar, terminaria mal.
Naquele momento, encontro a pista sentido Consolação interditada pela Polícia Militar, que, organizada em forte aparato, inclusive com cobertura de dois helicópteros, acompanhava a concentração em frente ao museu.
Quando cheguei, havia cerca de 300 manifestantes. Em algum tempo mais somavam uns 700, na melhor das hipóteses.
Para compensar o pequeno número, deixaram deserto o vão livre sob o Masp e ocuparam a pista dos veículos de forma a atrapalhar o trânsito e produzir sensação de maior número, até porque se misturavam com os transeuntes.
Na quase totalidade, eram estudantes universitários de classe média e alta. E alguns poucos homens e mulheres maduros e do mesmo estrato social. E muita polícia. Provavelmente, metade do número de manifestantes.
Conversei com vários integrantes do movimento, mas nenhum quis gravar entrevista. Contudo, consegui a informação de que, em grande parte, eram militantes do PSOL, do PSTU e da Rede (de Marina Silva).
Cartazes contra políticos, só vi contra Lula e Dilma.
Vários manifestantes estavam mascarados. Alguns começaram a vestir máscaras. Pouco antes das 18 horas, começaram a caminhar no sentido Paraíso, pela pista sentido Consolação.
Naquele momento, reparo que os transeuntes da avenida estavam todos do lado oposto dos manifestantes, na calçada da pista sentido Paraíso. Quase em frente ao Masp, um bar reunia dezenas de pessoas. Ouviam pagode, tomavam chope e comiam carne que o bar assava na churrasqueira que pôs na calçada.
Aproximei-me do bar e comecei a conversar com as pessoas. Quase nenhuma me permitiu gravar. Tive que pedir a mais de dez pessoas até encontrar quem aceitasse. Porém, recusaram-se a dar nomes.
Absolutamente todas as pessoas com quem conversei disseram que querem a Copa no país. E disseram que nem dão bola para essas manifestações que acontecem toda hora e que são “esquisitas” e “violentas”.
Entrevistei uma moça e um casal. A mulher do casal deu-me um depoimento interessante. Disse que quando Lula conseguiu que o Brasil sediasse a Copa, todo mundo aplaudiu. Ninguém falou nada. Agora já não haveria sentido em protestar.
Disse mais: que repudia os black blocs. E manifestou desconfiança de quem esconde o rosto.
Quando a manifestação chegou ao cruzamento da avenida Brigadeiro Luiz Antônio com a avenida Paulista, desceu a transversal rumo ao centro velho da cidade. No caminho, foi se dispersando.
Infelizmente, acabou a bateria do celular e não pude mais gravar imagens. Foi uma pena, porque os manifestantes passaram a promover arruaças.
Na avenida da Consolação, por exemplo, incendiaram lixeiras, quebraram vitrines e acuaram um homem em um fusca e lhe incendiaram o veículo. Desesperado, ainda tentou salvar o veículo. As pessoas gritavam para que saísse de perto, pois poderia explodir.
O sujeito sentou na calçada e pôs a cabeça entre as mãos. Estava chorando.
Os transeuntes, assustados e revoltados, pediam providências das autoridades. O clima de revolta no comércio e entre os que passavam podia ser sentido ao toque da mão.
Claro que não passa de uma percepção, mas acredito que essa tática do grupo “Não Vai Ter Copa” está sendo muito mal recebida pela sociedade. O efeito eleitoral que os grupos políticos por trás desse movimento pretendem pode se mostrar inverso ao que buscam.
ATENÇÃO: abertura do vídeo está com data errada (25-01-2013). Editei o vídeo e coloquei mensagem informando data correta (25-01-2014), mas essa etiqueta não aparece em celulares e tablets

sábado, 25 de janeiro de 2014

Alstom confirma pagamento de propina para governo de São Paulo.

Publicado em 23/01/2014
Novas denúncias apontam pagamento de 15% de propina da Alstom para o fornecimento de equipamentos de eletricidade, em 1998. O caso foi denunciado por ex-diretor da empresa.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Operação "BRAÇOS ABERTOS"...


Na Cracolândia, dependentes vão para hotéis



Só um louco não será capaz de ver a gigantesca diferença entre a gestão de Haddad e de Serra-Kassab. Enquanto esta dupla e depois Alckmin-Kassab perseguiam a porrada os dependentes de crack, Haddad busca reintegrá-los na sociedade.
Nesses últimos dias cerca de 100 dependentes dormiram em hotéis próximos ao local e vão trabalhar na limpeza de praças e ruas da cidade.
O último entrevistado da reportagem pergunta pra repórter: Quem é responsável por isso aqui? A repórter responde: O prefeito. Ele: Quero dar os parabéns pra ele, porque sempre fomos tratados como lixo. Quero dar os parabéns pra ele porque ninguém faz o que ele fez.
Não é à toa que o Editorial do Estadão Serrista está botando fogo pelas ventas .

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Pretos e pobres podem ser impedidos de frequentar Shopping, até na Pedra que dorme(itaquera) no extremo leste de São Paulo.

Segundo relatos, lojistas, locatários do espaço publico, nem tão pobres e nem tão brancos falavam em "selecionar"?  Alguns seguranças tão pobres , tão brancos e  alguns pretos diziam "Conheço essa raça de longe" Alguns Pms tão pobres, tão brancos, quase pretos diziam "Sai daqui, esse não é o teu espaço". E agora José?

Casé

Vídeo mostra PMs agredindo jovens em 'rolezinho' dentro do shopping Itaquera


As imagens mostram um grupo de pessoas descendo uma das escadas rolantes do centro comercial quando um policial militar da Rocam (Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas) atinge as costas de um deles com um cassetete. Na sequência, outro PM também desfere golpes contra o grupo.
ANA KREPP
DE SÃO PAULOUm vídeo feito pela Folha na noite deste sábado (11) mostra policiais militares usando cassetetes contra jovens durante um encontro de jovens conhecido como "rolezinho" no shopping Itaquera, na zona leste de São Paulo.

Ao descer da escada rolante, um dos jovens ainda é agredido com um soco por um homem não identificado. Os policiais que estavam ao lado dele e presenciaram a agressão não reprimiram o ato.
Uma adolescente de 14 anos disse que foi com três amigas ao shopping para participar do "rolezinho" e disse que elas queriam apenas se divertir. "Tive medo. Já fui em outros rolês, mas desta vez a PM estava batendo até em menina", afirmou. A estudante, porém, afirmou que é a favor da presença policial. "Prefiro que tenha polícia, senão seria incontrolável."
Segundo a Polícia Militar, cerca de mil pessoas participaram do encontro marcado por meio de redes sociais, enquanto o shopping estima que 3.000 jovens estavam no encontro. Uma funcionária de um restaurante do local desmaiou e foi retirada de maca. Não há informações sobre o estado de saúde dela.
Foram presos dois jovens maiores de idade (um sob suspeita de roubo e o outro por furto) e um adolescente foi apreendido sob suspeita de roubo. A PM informou que eles participaram de depredações a lojas do terminal de ônibus Itaquera.
A Polícia Militar informou que a situação era "crítica na estação Itaquera" e que "todo o policiamento está apoiado" para atender a ocorrência. Assim, só terá mais informações "com um pouco mais de tempo." A polícia disse ainda que, durante o confronto no terminal, "diversas lojas foram danificadas."
Em nota, a corporação informou que "no terminal de ônibus, devido ao tumulto, fez-se necessário o emprego de técnicas de controle de distúrbios com uso de munição elastômera (conhecida vulgarmente como "bala de borracha") e de granadas de efeito moral."
Já há um novo encontro marcado para a próxima semana no mesmo local. Ao menos 600 pessoas já foram convidadas para se encontrar no shopping Itaquera no sábado (18), às 16h30.
Bruno Poletti/Folhapress
Policial militar usa cassetete para intimidar jovem durante "rolezinho" no shopping Itaquera, na zona leste de SP
Policial militar usa cassetete para intimidar jovem durante "rolezinho" no shopping Itaquera, na zona leste de SP

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A tática de mirar em Haddad para acertar Dilma.



Precisamos estar mais unidos que nunca, pois a midia vai jogar sujo e pesado "Orai e vigiai".
Casé
Ao contrário do que acreditam, começou o mais longo dos anos. O ano das eleições estaduais e federal, que na verdade já havia começado lá em 2013.
Não sei precisar uma data, um evento específico que tenha, tal como os fogos de artifício, anunciado 2014. Alguma explosão que prenunciasse o ano vindouro, em contagem regressiva. Mas foi por ali, em meados de 2013 que o ano passado foi abortado e irrompido pela campanha eleitoral de 2014.
Ano de eleição e de reeleição. Dilma concorre para reeleição, assim como o governador de São Paulo, Alckmin. Nas eleições passadas, em 2010, Dilma era um “poste” que tinha sua inércia em Lula, o então popular presidente.
Agora é diferente. É ela contra ela mesma, contra sua gestão. Mas é extremamente difícil, diz a experiência, derrotar um candidato à reeleição. Não impossível, mas extremamente difícil.
Neste cenário, duas ações se tornam táticas eleitorais: uma blitz contra o prefeito de São Paulo, que pode capitalizar votos importantes para o PT, tanto pro governo do estado quanto para a reeleição da presidenta, e o bombardeio dos comentaristas neo-neoconservadores, cada vez mais tomados por um ódio (in)explicável.
A reprodução de Gremilins dos comentaristas neocons é tema para uma próxima coluna. Por enquanto foco na enorme campanha de desinformação que vem sendo praticada contra a gestão Haddad.
Alvejar a maior prefeitura do PT e seu maior colégio eleitoral é tentar acertar Dilma e Padilha, tirando-lhes votos preciosos.
É isso que une as campanhas contra as faixas de ônibus e a revisão da planta genérica do IPTU, iniciadas em meados de 2013, quando começou 2014.
A despeito de ser uma real política pública que privilegia, vejam só que inusitado, o transporte público, uma boa parte dos meios de comunicação, pautados por outubro de 2014, fez uma verdadeira blitz contra as faixas. O prêmio de melhor capa sobre o assunto veio da finada Época SP, culpando o trânsito – este fenômeno novo - em São Paulo à gestão Haddad.
Sobre a cidade ter a menor malha metroviária das megalópoles, nenhuma palavra. A melhora no tempo de viagem para os ônibus também não mereceu destaque. Fica claro que não é a questão urbana, da apropriação da cidade, da circulação por ela que inquietou a Época e o Estadão.
E a raiva contra a revisão, prevista em lei, do valor da planta genérica do IPTU corrobora o acima dito. A resistência foi liderada, sobretudo, por Paulo Skaf, possível candidato ao governo de São Paulo. Jogando com números, e com o zap da “especulação imobiliária”, Skaf conseguiu pautar a mídia numa cruzada contra a revisão da planta genérica (atenção: Não há aumento de alíquota, apenas a reavaliação do valor dos imóveis) que nada tinha de republicano.
O IPTU é um imposto patrimonial: assim como o IPVA, vale mais, paga-se mais. Há quatro anos, o então prefeito Gilberto Kassab fez o mesmo, reviu os valores dos imóveis em alíquotas muito superiores à propostas pela atual gestão.
ACM neto também reviu a planta genérica em Salvador no ano passado, e o aumento foi mais que o dobro que o proposto por Haddad em São Paulo.
A revista Veja, um terreno fértil daqueles colunistas acima mencionados, quis imputar a revisão da planta a uma revanche do PT, uma vingança perpetrada nos bairros em que foi derrotado. É mesmo muita criatividade, ou maucaratismo, imaginar uma vendetta neste cenário político.
Com a não revisão dos valores dos imóveis, a prefeitura de São Paulo, em situação falimentar há tempos, teve que cortar importantes investimentos.
Miram Haddad. Acertam a cidade de São Paulo e seus munícipes na tentativa de abater Padilha e, principalmente, Dilma.
2014 começou há tempos, e vai durar até o fechamento das urnas do 2º turno. A toada da blitz midiática deve continuar e se radicalizar ainda mais. Teremos os 10 meses mais longos das últimas décadas.