segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Quem de fato é o pai dos genéricos?

publicado em 18 de abril de 2010 às 19:43

do Viomundo antigo

Genéricos: Jamil Haddad denuncia Serra e PSDB

Atualizado em 16 de junho de 2009 — Publicado em 14 de junho de 2009
por Conceição Lemes
Um vídeo sobre saúde do PSBD, veiculado em 2004 e ainda disponível para exibição no site do partido, afirma: não faz muito tempo que só existiam no Brasil remédios de marca, muitos caros, que não eram para todo mundo. Aí, um partido feito por gente séria e responsável decidiu mudar isso e criou os genéricos. Junto com os remédios mais baratos, criou também…
Também em 2004, num vídeo de 30 segundos, José Serra, então presidente nacional do partido, declara: o PSDB implantou os genéricos.
Desde a última segunda-feira, dia 9, inserções de propaganda do PSDB, que faz 25 anos, estão no ar. Na que aparece o governador José Serra é dito que os genéricos completam 10 anos. Ela se refere evidentemente à época em que Serra esteve à frente do Ministério da Saúde.
Vários comentaristas que postaram na reportagem Aids: Serra assume como dele programa criado por Lair e Jatene tinham certeza ou, no mínimo, desconfiavam de que a propaganda dos genéricos não correspondia à verdade dos fatos.
“Serra, pai dos genéricos? PSDB, criador dos genéricos? Assumir como deles é um embuste! Se fizerem isso de novo, eu denuncio”, prometeu há menos de um mês a esta repórter o verdadeiro pai dos genéricos, o médico Jamil Haddad, 83 anos, ex-deputado federal, ex-prefeito do Rio Janeiro e ministro da Saúde de outubro de 1992 a agosto de1993, no governo Itamar Franco. “Em política, a traição é uma norma. Só não se sabe a data.”
Serra e o PSDB reincidiram. Jamil, presidente de honra do Partido Socialista Brasileiro (PSB), cumpriu a palavra. Em reportagem publicada nesse sábado, dia 13, no blog Os amigos do Presidente Lula, ele detalha a história.
“Já tentei denunciar isso várias vezes na grande imprensa, mas ela faz vista grossa”, revela a esta repórter. “É só pegar o decreto 793 de 5 abril de 1993 para descobrir a verdade. Eu baixei-o junto com o presidente Itamar, criando os medicamentos genéricos no Brasil”.
O decreto 793 de 5 de abril de 1993, do Ministério da Saúde, assinado por Jamil Haddad, está aqui. A indústria farmacêutica ignorava o governo, fazia o que queria, aumentava os remédios de marca ao bel prazer. A situação tornou-se insuportável. A produção dos genéricos era o caminho. Desde 1981, aliás, a política da OMS era estimular a produção dos genéricos como alternativa para assegurar a disponibilidade de medicamentos essenciais a preços mais baixos à população. Tanto que, em 1993, já eram realidade há muito tempo em vários países, como Estados Unidos, França e Itália.
“Em 1991, o médico e deputado Eduardo Jorge [na época, no PT-SP] havia apresentado à Câmara Federal projeto propondo a fabricação dos genéricos no País”, detalha Jamil Haddad. “Em 1993, já no Ministério da Saúde, vi que o projeto continuava na gaveta da Câmara e, ao mesmo tempo, a OMS nos solicitava a liberação dos genéricos. Consultei a assessoria jurídica do Ministério da Saúde que disse não haver necessidade de a autorização ser feita por lei. Podia ser por decreto. Eu preparei-o, levei ao presidente Itamar, que assinou junto comigo.”
“Na prática, em 1999, quando a lei foi aprovada e o Serra era o ministro da Saúde, genéricos já estavam sendo fabricados no Brasil”, enfatiza Jamil Haddad. “A lei de 1999 é apenas a regulamentação do decreto que já existia. O projeto aprovado foi um substitutivo que apresentei ao do Eduardo Jorge e que recebeu uma porção de emendas. Hoje, os genéricos são uma realidade no País. Até o laboratório multinacional Merck, Sharp & Dohme, que fez campanha feroz contra mim naquela época, entrou violentamente no mercado dos genéricos, como já fazia no restante do mundo. Você acha que ia deixar de comer uma fatia desse bolo?”

terça-feira, 16 de outubro de 2012

A Privataria Tucana o que voce precisa saber sobre Jose Serra.

A JUSTIÇA E A MIDIA SE CALA...SOBRE O MAIOR GOLPE NA CIDADE DE SÃO PAULO.


O bombástico livro que documenta corrupção nas privatizações do governo FHC. São mais de 100 páginas de documentos envolvendo José Serra e seu círculo íntimo. Embora José Serra diga que se trata de "lixo", o livro (um incontestável Best Seller) concorre ao prêmio Jabuti, o mais importante e prestigiado prêmio da literatura brasileira.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Ibope também aponta HADDAD 48% x SERRA 37%.

Ibope: Haddad lidera 2º turno com 11 pontos de vantagem sobre Serra

11 de outubro de 2012 19h24 atualizado às 19h57  
   
O Ibope divulgou sua primeira pesquisa sobre a disputa pela prefeitura de São Paulo no 2º turno das eleições. A sondagem encomendada pela Rede Globo e veiculada no SPTV 2ª edição, mostra o candidato Fernando Haddad, do PT, com 11 pontos percentuais à frente de José Serra (PSDB).
Fernando Haddad, que obteve, 28,98% no 1º turno das eleições, está com 48% na pesquisa Ibope. O tucano José Serra, que obteve 30,75% na disputa do último domingo, 7 de outubro, está com 37% das intenções de voto.
Votos brancos e nulos somam 9%. Indecisos atingem 6%.
Com margem de erro de três pontos para mais ou para menos, o Ibope mostra a mesma tendência da pesquisa Datafolha, publicada ontem, que exibiu a liderança de Fernando Haddad nas intenções de voto dos paulistanos.
O Ibope entrevistou 1.204 pessoas na cidade de São Paulo entre os dias 8 e 11 de outubro. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo com o número TRE-SP 01852/2012.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Haddad venceria 2º turno com 47%, contra 37% de Serra.

Datafolha: Haddad venceria 2º turno com 47%, contra 37% de Serra

10 de outubro de 2012 19h22 atualizado às 20h17  
 

Apesar de conseguir menos votos no 1º turno, pesquisa aponta vitória de petista no dia 28. Foto: Terra Brito/Futura PressApesar de conseguir menos votos no 1º turno, pesquisa aponta vitória de petista no dia 28
Foto: Terra Brito/Futura Press
  
De acordo com uma pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta quarta-feira, o candidato Fernando Haddad (PT) está à frente no segundo turno, com 47%. José Serra (PSDB) ficou com 37% das intenções de votos. Foram entrevistados 2.100 eleitores, entre os dias 9 e 10 de outubro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.Confira quanto ganham os prefeitos e vereadores nas capitais brasileirasO percentual de eleitores que declararam que anularão o voto foi de 8%, brancos também somaram 8%, de acordo com o Datafolha. Nas eleições do último domingo, o tucano apareceu à frente do petista. Serra obteve 30,75% dos votos e Haddad, 28,98%. A pesquisa foi contratada pela Folha da Manhã S/A. e Globo Comunicação e Participações S/A. e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-01851/2012.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Sou classe média... Ainda existem talentos que com certeza não ouvirá na grande midía...

Racistas agridem nordestinos no Twitter por votarem em Haddad.

Posted by on 07/10/12 • Categorized as denúncia

De sábado para domingo, repetiu-se fenômeno que se viu em 2010 na rede social Twitter. Uma horda de paulistanos jovens passou a veicular mensagens racistas insultando nordestinos por votarem no candidato do PT a prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.
Na imagem acima, o leitor pode ver uma dessas mensagens. Logo abaixo do texto, dá para ver que foi repassada por incríveis 85 outras pessoas.
O fenômeno é escandaloso e recorrente em São Paulo. O preconceito contra nordestinos é extremamente forte nos bairros ricos da cidade. E não é exatamente um preconceito regional, um tipo de xenofobia, mas preconceito racial puro.
Os paulistanos das classes mais abastadas chamam negros e pardos de “baianos”. Se for loirinho, branquinho, pode até ter sotaque nordestino que é aceito. O preconceito da elite de São Paulo é racial mesmo, dirigido a quem tenha traços de negro. É negro, é “baiano”.
Como todo preconceituoso é também um covarde, a jovem que publicou no Twitter a mensagem supra reproduzida apagou seu perfil naquela rede social logo após começarem a denunciá-la ao Ministério Público e à Safernet. Todavia, há muitos outros.
Essa é uma das razões pelas quais o voto no PT é muito importante sobretudo aqui em São Paulo. Esses racistas são eleitores declarados de José Serra. Em toda eleição na qual ele está envolvido, quando as coisas não vão bem para ele começam a culpar “nordestinos”.
Aliás, vale dizer que essa gente não se limita a insultos racistas na internet. De 2010 para cá, casos de agressões a nordestinos na internet e até em plena rua vêm se sucedendo.
O ódio que Serra espalha para tentar vencer eleições aumenta a intolerância religiosa, sexual, racial e política. Por isso, você, paulistano, neste domingo de eleição, reflita: é preciso derrotar o PSDB nas urnas para livrar a política dessa infecção moral.
Neste domingo, portanto, eu, minha mulher, meu filho e minhas filhas votaremos em Fernando Haddad por uma São Paulo sã, liberta do preconceito, do ódio, da mesquinharia e da insensibilidade que José Serra representa e estimula.