O vídeo do discurso de Lula na conferência da UAW, em Washington, como nos bons tempos Lula mostra a importância do Movimento Sindical na história do Brasil e do mundo...
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
domingo, 3 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Como explicar o racismo para uma criança.
O assunto do post de hoje é uma ida à concessionária da BMW Autokraft, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, dia 12 de janeiro, que deixou um casal chocado e uma criança triste. Ronald Munk e Priscilla Celeste são pais de cinco filhos e foram à loja acompanhados do caçula, de 7 anos, que é negro e adotado, em busca de um automóvel novo para família. Enquanto conversavam com o gerente de vendas sobre os carros, a criança se aproximou dos três. "Ele (o gerente) disse: 'Você não pode ficar aqui dentro. Aqui não é lugar para você. Saia da loja. Eles pedem dinheiro e incomodam os clientes'", contou Priscilla, dizendo que o gerente não havia se dado conta de que o menino era filho do casal.
"Imediatamente peguei meu filho pela mão e saí da loja. Somos clientes da concessionária há anos. Inclusive temos um vendedor que sempre nos atende. Esperamos dias por uma retratação, não tomamos nenhuma atitude imediata e não acionamos a polícia para preservar nosso filho", acrescentou Priscilla. Ronald, que é consultor, disse que o filho chegou a questionar por que não aceitavam crianças naquela loja já que havia uma televisão passando desenhos animados. O que dizer pra essa criança? Como explicar que, por ele ser negro, o gerente imaginou que ele era um pedinte? Como ensinar pra uma criança de 7 anos que a cor da pele dela define, pra muita gente, o que ele é? Como explicar o que é preconceito?
Ronald e Priscilla aguardaram quatro dias por uma retratação da concessionária. Eles não queriam acionar a Justiça, mas também não pretendiam deixar que esse fato acontecesse novamente e com outras pessoas. Decidiram, então, enviar um e-mail para a BMW Brasil relatando o ocorrido. A reposta veio do gerente regional de vendas. No e-mail, a empresa lamenta o ocorrido, pede desculpas e enfatiza que o compromisso da BMW é prestar atendimento com excelência.
Oi? Como é que é? O compromisso é esse, ou seja, isso deveria acontecer, mas não aconteceu! O que a empresa vai fazer então? Os pais exigiram essa resposta. Como a empresa agirira para que esse fato não acontecesse nunca mais? A resposta que receberam foi ainda pior, mais vazia. Uma semana depois do incidente eles receberam um email no qual a empresa se dizia ciente do ocorrido e afirmava que o gerente da loja "entendeu que o casal não estava acompanhado por qualquer pessoa, incluindo a criança. E já que ela estava absolutamente desacompanhada na loja, o funcionário teria alertado o garoto que ele não poderia ali permanecer e que tudo não passou de um mal-entendido". O correio é finalizado com a seguinte mensagem: "Tenho imenso prazer em tê-lo sempre como cliente amigo".
Que tristeza, além de todo o ocorrido, a empresa não vai nem punir o funcionário preconceituoso. Em outras palavras, acham que não aconteceu nada demais e colocaram uma pedra em cima do assunto. Na cabeça dos pais, o assunto não termina aqui, ao contrário. Aos sete anos o menininho já começou a perceber que alguma coisa está errada. Será que é por ele ser criança? - se questionam. Minha solidariedade a essas pais que, desde cedo, terão que apresentar esse mundo preconceituoso e cheio de maldade a um ser tão inocente.
Do Yahoo!blogs
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Pronunciamento sobre a redução da tarifa de energia elétrica.
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| A Presidenta Dilma Rousseff e Luiz Casé |
AQUELES QUE SÃO DO CONTRA ESTÃO FICANDO PARA TRÁS
Presidente Dilma Rousseff ocupa rede de televisão e rádio para anunciar redução nas tarifas de energia elétrica a partir desta quinta e alfineta a oposição: "Só construiremos um Brasil com a grandeza dos nossos sonhos quando colocarmos a nossa fé no Brasil acima dos interesses políticos ou pessoais". Segundo ela, "o Brasil tem e terá energia mais que suficiente para o presente e para o futuro, sem qualquer risco e racionamento"; assista ao pronunciamento.
Polícia do interior de SP é acusada de racismo.
Uma ordem de serviço da Polícia Militar de Campinas, no interior de São Paulo, provocou polêmica por causa do teor racista. A instrução ressalta que o alvo da abordagem devem ser preferencialmente jovens pardos e negros.
Do R7
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Após 8 anos, jornais se lembram de que São Paulo tem governo.
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| A cidade de São Paulo Vive dia de Caos. |
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| Chuvas trasnformam a cidade num Caos |
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| Trabalhadores vivem dia de cão para retornar para suas casas. |
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| O lixo se espalha pela cidade de São Paulo. |
Janeiro nem terminou e o governo da capital paulista, após intervalo de oito anos (2005-2012), volta a ser objeto das preocupações e alvo dos ataques da grande imprensa escrita local, ligada ao PSDB – os jornais Folha de São Paulo e Estado de São Paulo. Mas não só. Por ser do PT, a administração da cidade está sofrendo ataques até nas páginas do carioca O Globo.
Não há nada de errado em a imprensa paulista-paulistana e até a imprensa nacional cobrirem a governança de uma megalópole como São Paulo, a maior cidade do país e uma das maiores do mundo. O erro existiu no período em que o governo paulistano sumiu do noticiário.
Entre 2005 e 2012, as administrações José Serra e Gilberto Kassab praticamente não foram notícia nem quando notícia havia. No período em questão, São Paulo mergulhou no caos, o que explica a derrota de José Serra na eleição do ano passado. Motivo para a imprensa se interessar pela cidade, portanto, havia. E muito.
Pode-se dizer, sem medo de errar, que o empenho do ex-prefeito Gilberto Kassab em criar o seu PSD enquanto abandonava a administração paulistana foi mais coberto pela grande mídia nacional do que o trabalho que fez à frente dessa administração.
Eis que, a partir de reunião recente do ex-presidente Lula com o prefeito Fernando Haddad, um furor jornalístico se abateu sobre os mesmos veículos que passaram os últimos oito anos sem dar a menor bola para como a cidade era administrada.
Folha e Estadão, particularmente, enxergaram que São Paulo está sendo co-administrada pelo ex-presidente por ele ter se reunido com o atual prefeito da cidade. Um tipo de reunião absolutamente comum entre dois correligionários políticos e que ocorreu à farta entre Serra e Kassab, após o primeiro abandonar a prefeitura para tentar vôos mais altos.
Aliás, na Folha de São Paulo, uma colunista escreveu um texto impressionante em que critica ferozmente o simples ato de Lula e Haddad terem se encontrado, chegando ao cúmulo de insultar o prefeito da cidade chamando-o de “pau-mandado” de Lula.
Começa, portanto, exatamente o mesmo processo que ocorreu durante o governo Marta Suplicy, quando a administração paulistana estava todo dia naqueles e em outros órgãos de imprensa, mas sempre de forma negativa. Os insultos que principiam a ser atirados contra Haddad marcaram a cobertura da imprensa contra Marta durante seu governo.
Quebrada pelos governos Paulo Maluf (1993-1996) e Celso Pitta (1997-2000), São Paulo precisava, desesperadamente, de recursos, razão pela qual Marta implantou uma taxa de lixo de valor irrisório, mas que virou cavalo-de-batalha desses veículos e impediu sua reeleição.
Apelidada pejorativamente de “Martaxa”, fustigada dia sim, dia também por Folha, Estadão e Veja, a ex-prefeita perdeu qualquer condição de voltar ao governo de São Paulo, apesar da imensa obra social de seu governo, que adotou soluções revolucionárias para a Educação e para o transporte público, com os CEUs e o bilhete-único.
Como este Blog previu no alvorecer de 2013, Haddad tem uma missão quase impossível pela frente. São Paulo está em estado de calamidade – criminalidade, trânsito caótico, sem programas sociais, Educação e a Saúde falidas e uma dívida astronômica deixada pelo antecessor. E, como se fosse pouco, uma imprensa que tentará sabotá-lo dia após dia.
sábado, 12 de janeiro de 2013
Coisas que gosto de ver, ouvir e compartilha "BAÚ do CASÉ" - Especial Mercedes Sosa.
Volver a los 17 - Mercedes Sosa, Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Nascimento e Gal Costa
Mercedes Sosa en Casa de las Américas
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