quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Operação "BRAÇOS ABERTOS"...


Na Cracolândia, dependentes vão para hotéis



Só um louco não será capaz de ver a gigantesca diferença entre a gestão de Haddad e de Serra-Kassab. Enquanto esta dupla e depois Alckmin-Kassab perseguiam a porrada os dependentes de crack, Haddad busca reintegrá-los na sociedade.
Nesses últimos dias cerca de 100 dependentes dormiram em hotéis próximos ao local e vão trabalhar na limpeza de praças e ruas da cidade.
O último entrevistado da reportagem pergunta pra repórter: Quem é responsável por isso aqui? A repórter responde: O prefeito. Ele: Quero dar os parabéns pra ele, porque sempre fomos tratados como lixo. Quero dar os parabéns pra ele porque ninguém faz o que ele fez.
Não é à toa que o Editorial do Estadão Serrista está botando fogo pelas ventas .

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Pretos e pobres podem ser impedidos de frequentar Shopping, até na Pedra que dorme(itaquera) no extremo leste de São Paulo.

Segundo relatos, lojistas, locatários do espaço publico, nem tão pobres e nem tão brancos falavam em "selecionar"?  Alguns seguranças tão pobres , tão brancos e  alguns pretos diziam "Conheço essa raça de longe" Alguns Pms tão pobres, tão brancos, quase pretos diziam "Sai daqui, esse não é o teu espaço". E agora José?

Casé

Vídeo mostra PMs agredindo jovens em 'rolezinho' dentro do shopping Itaquera


As imagens mostram um grupo de pessoas descendo uma das escadas rolantes do centro comercial quando um policial militar da Rocam (Ronda Ostensiva com Apoio de Motocicletas) atinge as costas de um deles com um cassetete. Na sequência, outro PM também desfere golpes contra o grupo.
ANA KREPP
DE SÃO PAULOUm vídeo feito pela Folha na noite deste sábado (11) mostra policiais militares usando cassetetes contra jovens durante um encontro de jovens conhecido como "rolezinho" no shopping Itaquera, na zona leste de São Paulo.

Ao descer da escada rolante, um dos jovens ainda é agredido com um soco por um homem não identificado. Os policiais que estavam ao lado dele e presenciaram a agressão não reprimiram o ato.
Uma adolescente de 14 anos disse que foi com três amigas ao shopping para participar do "rolezinho" e disse que elas queriam apenas se divertir. "Tive medo. Já fui em outros rolês, mas desta vez a PM estava batendo até em menina", afirmou. A estudante, porém, afirmou que é a favor da presença policial. "Prefiro que tenha polícia, senão seria incontrolável."
Segundo a Polícia Militar, cerca de mil pessoas participaram do encontro marcado por meio de redes sociais, enquanto o shopping estima que 3.000 jovens estavam no encontro. Uma funcionária de um restaurante do local desmaiou e foi retirada de maca. Não há informações sobre o estado de saúde dela.
Foram presos dois jovens maiores de idade (um sob suspeita de roubo e o outro por furto) e um adolescente foi apreendido sob suspeita de roubo. A PM informou que eles participaram de depredações a lojas do terminal de ônibus Itaquera.
A Polícia Militar informou que a situação era "crítica na estação Itaquera" e que "todo o policiamento está apoiado" para atender a ocorrência. Assim, só terá mais informações "com um pouco mais de tempo." A polícia disse ainda que, durante o confronto no terminal, "diversas lojas foram danificadas."
Em nota, a corporação informou que "no terminal de ônibus, devido ao tumulto, fez-se necessário o emprego de técnicas de controle de distúrbios com uso de munição elastômera (conhecida vulgarmente como "bala de borracha") e de granadas de efeito moral."
Já há um novo encontro marcado para a próxima semana no mesmo local. Ao menos 600 pessoas já foram convidadas para se encontrar no shopping Itaquera no sábado (18), às 16h30.
Bruno Poletti/Folhapress
Policial militar usa cassetete para intimidar jovem durante "rolezinho" no shopping Itaquera, na zona leste de SP
Policial militar usa cassetete para intimidar jovem durante "rolezinho" no shopping Itaquera, na zona leste de SP

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

A tática de mirar em Haddad para acertar Dilma.



Precisamos estar mais unidos que nunca, pois a midia vai jogar sujo e pesado "Orai e vigiai".
Casé
Ao contrário do que acreditam, começou o mais longo dos anos. O ano das eleições estaduais e federal, que na verdade já havia começado lá em 2013.
Não sei precisar uma data, um evento específico que tenha, tal como os fogos de artifício, anunciado 2014. Alguma explosão que prenunciasse o ano vindouro, em contagem regressiva. Mas foi por ali, em meados de 2013 que o ano passado foi abortado e irrompido pela campanha eleitoral de 2014.
Ano de eleição e de reeleição. Dilma concorre para reeleição, assim como o governador de São Paulo, Alckmin. Nas eleições passadas, em 2010, Dilma era um “poste” que tinha sua inércia em Lula, o então popular presidente.
Agora é diferente. É ela contra ela mesma, contra sua gestão. Mas é extremamente difícil, diz a experiência, derrotar um candidato à reeleição. Não impossível, mas extremamente difícil.
Neste cenário, duas ações se tornam táticas eleitorais: uma blitz contra o prefeito de São Paulo, que pode capitalizar votos importantes para o PT, tanto pro governo do estado quanto para a reeleição da presidenta, e o bombardeio dos comentaristas neo-neoconservadores, cada vez mais tomados por um ódio (in)explicável.
A reprodução de Gremilins dos comentaristas neocons é tema para uma próxima coluna. Por enquanto foco na enorme campanha de desinformação que vem sendo praticada contra a gestão Haddad.
Alvejar a maior prefeitura do PT e seu maior colégio eleitoral é tentar acertar Dilma e Padilha, tirando-lhes votos preciosos.
É isso que une as campanhas contra as faixas de ônibus e a revisão da planta genérica do IPTU, iniciadas em meados de 2013, quando começou 2014.
A despeito de ser uma real política pública que privilegia, vejam só que inusitado, o transporte público, uma boa parte dos meios de comunicação, pautados por outubro de 2014, fez uma verdadeira blitz contra as faixas. O prêmio de melhor capa sobre o assunto veio da finada Época SP, culpando o trânsito – este fenômeno novo - em São Paulo à gestão Haddad.
Sobre a cidade ter a menor malha metroviária das megalópoles, nenhuma palavra. A melhora no tempo de viagem para os ônibus também não mereceu destaque. Fica claro que não é a questão urbana, da apropriação da cidade, da circulação por ela que inquietou a Época e o Estadão.
E a raiva contra a revisão, prevista em lei, do valor da planta genérica do IPTU corrobora o acima dito. A resistência foi liderada, sobretudo, por Paulo Skaf, possível candidato ao governo de São Paulo. Jogando com números, e com o zap da “especulação imobiliária”, Skaf conseguiu pautar a mídia numa cruzada contra a revisão da planta genérica (atenção: Não há aumento de alíquota, apenas a reavaliação do valor dos imóveis) que nada tinha de republicano.
O IPTU é um imposto patrimonial: assim como o IPVA, vale mais, paga-se mais. Há quatro anos, o então prefeito Gilberto Kassab fez o mesmo, reviu os valores dos imóveis em alíquotas muito superiores à propostas pela atual gestão.
ACM neto também reviu a planta genérica em Salvador no ano passado, e o aumento foi mais que o dobro que o proposto por Haddad em São Paulo.
A revista Veja, um terreno fértil daqueles colunistas acima mencionados, quis imputar a revisão da planta a uma revanche do PT, uma vingança perpetrada nos bairros em que foi derrotado. É mesmo muita criatividade, ou maucaratismo, imaginar uma vendetta neste cenário político.
Com a não revisão dos valores dos imóveis, a prefeitura de São Paulo, em situação falimentar há tempos, teve que cortar importantes investimentos.
Miram Haddad. Acertam a cidade de São Paulo e seus munícipes na tentativa de abater Padilha e, principalmente, Dilma.
2014 começou há tempos, e vai durar até o fechamento das urnas do 2º turno. A toada da blitz midiática deve continuar e se radicalizar ainda mais. Teremos os 10 meses mais longos das últimas décadas.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Que porra é essa, um branco pode discordar de um branco e um negro não pode discordar de um negro ?

"CRÍTICA A BARBOSA NÃO É RACIAL. É POLÍTICA"



Deputado federal Edson Santos (PT-RJ), que foi ministro da Igualdade Racial, no governo Lula, vê no presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Joaquim Barbosa, uma antítese aos governos do PT no País; para ele, Barbosa age não como juiz, mas como um candidato que terá sua "dura e firme oposição"; o petista desconsidera qualquer tipo de "bullying racial" contra Barbosa, como foi dito pela jornalista Ana Alakija; "Ele vai contra tudo o que o Brasil avançou em luta racial", diz ao 247 o deputado, que foi responsável pelo Estatuto da Igualdade Racial, combatido pela Globo, que apoia Barbosa incondicionalmente; "a mídia capturou Barbosa para o seu projeto"
Leia no ... brasil247



domingo, 29 de dezembro de 2013

Lojistas e varejistas apontam o PIOR final de ano dos últimos 11 anos. A base das pesquisas Shopping Center e Serasa.


O comércio da 25 de março, frequentado por classes A,B e C com estouros de vendas em 2013.


"Vamos a alguns erros de manchetes e de análises"

1. Erro de manchete: Se em 2013 vendeu-se mais do que em 2012, como considerar que foi o pior resultado em 11 anos?

2. A Serasa trabalha especificamente com pedidos de informação para crédito. Houve retração no crédito, mas a maior ferramenta de vendas têm sido o parcelamento (em até dez vezes) em cartões de crédito e de loja. Os jornalões trataram os dados da Serasa como se representassem o universo total de vendas.

3. As vendas em shoppings deixam de lado o comércio para classes C e D – justamente as que mais vêm crescendo. Mesmo assim, os jornalões trataram os dados como se representassem o todo.

4. A Alshop (associação dos lojistas) informou que as vendas cresceram 6% no Natal. O problema maior foi o aumento do número de lojas, que fez com que as lojas mais antigas permanecessem com o mesmo faturamento. Ora, o que expressa o mercado são as vendas totais. A distribuição entre lojas novas e antigas é problema setorial, que nada tem a ver com a conjuntura.

5. Os jornalões deixaram de lado o comércio eletrônico – que tem sido o principal competidor das lojas de shopping. Em 2013 os shoppings centers venderam R$ 138 bilhões, 8% a mais do que em 2012. O comércio eletrônico vendeu R$ 23 bilhões, ou 45% a mais do que em 2012. Somando a venda dos dois segmentos, saltou de R$ 151 bi em 2012 para R$ 161 bi em 2013, aumento de expressivos 12%.

6. Os jornais falam em “decepção”, porque a Alhosp esperava crescimento de 10% nas vendas de Natal e conseguiu-se “apenas” 6%. Esperar 10% de crescimento com uma economia rodando a 2% é erro clamoroso de análise. Mas, para os jornalões, o erro está na realidade, que não acompanhou os sonhos.

Se não houvesse essa politização descabida do noticiário econômico, as análises estariam em outra direção: a razão do consumo ainda não ter se acomodado mesmo com dinheiro mais caro, o crédito mais escasso, com a competição de Miami, com o PIB andando de lado etc. E suas implicações sobre as contas externas brasileiras. Estariam questionando também que raios de política monetária é esta, na qual aumenta-se a Selic para supostamente reduzir a demanda agregada, e ela continua crescendo." Por Luis Nassif

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

A revolta dos excluidos , documentário "Hiato", o preconceito da Elite.

Em agosto de 2000 um grupo de manifestantes organizou uma ocupação em um grande shopping da Zona Sul Carioca. O Episodio obteve grande repercussão na imprensa nacional e ainda hoje é discutido por alguns teóricos. O filme recuperou imagens e traz entrevistas de alguns personagens 7 anos após essa inusitada manifestação.



Frases:
_ Um relógio daquele dá pra comprar uns cinco barracos na comunidade...
_ Por que não posso experimentar isso...
_ Comprar a gente não pode, só queríamos conhecer um shopping...
_ Esse lugar é ou não é publico....
_ Mortadela é droga...
_ A gente nem podia usar o banheiro...
_ Ninguém tá aqui roubando nada, para que tanta policia, segurança e os escambau...
_Ainda bem que chamamos a imprensa, se não , já tinham descido o cassete na gente...
_ Olham para gente com medo, nojo ou sei lá....

Luiz Casé