sexta-feira, 24 de julho de 2015

Processos engavetados,esqueceram né, mais a gente lembra aqui,,..Funcionária pública é condenada por sumir com processo contra a TV Globo.




Cristina mora hoje em um apartamento avaliado em R$ 4 milhões
Uma funcionária da Receita Federal foi condenada a quatro anos e onze meses de prisão por sumir com um processo de sonegação fiscal que exigia da Rede Globo o pagamento de R$ 615 milhões em impostos, juros e multa.
No processo, a emissora é acusada de simular operações para fugir de cobrança fiscal na compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002.  De acordo com o auditor Alberto Zile, a Globopar, empresa que controla a emissora, “teria omitido informação ou prestado declaração falsa” e “em tese, houve crime contra ordem tributária”.
A condenação da ex-agente administrativa da Receita Cristina Maris Ribeiro foi determinada em janeiro deste ano. A investigação do Ministério Público mostrou que ela agia para beneficiar empresas devedoras do fisco por meio de fraudes no sistema eletrônico. No caso da Globopar, Cristina foi até a repartição em que trabalhava, quando estava de férias, e saiu levando em uma sacola os milhares de páginas do processo.

terça-feira, 7 de julho de 2015

Em Busca da Verdade - Documentário....

Documentário apresenta as principais investigações da Comissão Nacional e das Comissões Estaduais da Verdade sobre as graves violações de direitos humanos ocorridas na ditadura de 1964.

Publicado em 29 de jun de 2015

sábado, 6 de junho de 2015

Filmes para refletir sobre a redução da maioridade penal.


Juízo

Diante de uma sala da II Vara da Justiça do Rio de Janeiro lotada de crianças e adolescentes, a diretora Maria Augusta Ramos comoveu-se de tal forma que acabou criando um filme duro, que ataca diretamente qualquer tipo de senso comum a respeito de jovens infratores.
O longa usa jovens não infratores, mas em situação social igualmente vulnerável, para interpretar as histórias de crianças e adolescentes pobres que aguardam julgamento por roubo, tráfico e homicídio. Todos os demais envolvidos, adultos, são pessoas reais.

Sem Pena

Não temos aqui exatamente um longa sobre a maioridade penal, mas sobre todo o sistema prisional brasileiro, o terceiro maior do mundo. Por que tantas pessoas são presas, se isso não tem resolvido a violência urbana? Há uma guerra nas cidades brasileiras?
Diversos depoimentos colocam em primeiro plano os dramas humanos das pessoas acusadas de crimes e, somados às vozes de agentes da justiça, expõem a falência de um sistema punitivo que serve apenas a si mesmo.

De Menor

Aqui no campo da ficção, a jovem cineasta Caru Alves venceu o Festival do Rio 2013 com uma história baseada no que contava sua prima. A diretora coloca nos ombros de uma jovem advogada da Vara da Infância o peso de lidar com a vulnerabilidade da juventude em seus sentidos mais extremos.
A protagonista, Helena, atua como defensora pública de crianças e adolescentes ao mesmo tempo em que mantém uma relação próxima com Caio. Tudo se desorganiza, contudo, quando o garoto comete um delito.

Pixote – A Lei do Mais Fraco

O drama lançado por Hector Babenco em 1980 já é tido como um clássico na história do cinema nacional. Nele, a criminalidade tira a inocência de crianças que são enviadas para a Febem, onde tornam-se vítimas de policiais sádicos e de um sistema falho.
Semianalfabeto, o protagonista do filme tentou por anos conseguir seguir carreira como ator, mas estava fadado a uma vida de miséria. Sete anos depois, foi assassinado por policiais. Sua história de vida é contada, por sua vez, no filme Quem Matou Pixote?, de José Joffily.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Festival do Amanhecer - Redução Não É Solução.


É hora da cultura se manifestar contra a redução. No dia 14 de junho, vamos ocupar a praça XV para dizer #MaisCulturaMenosCadeia. Precisamos de você para tirar o Festival do Amanhecer do papel!

Assista, espalhe e contribua!! 

http://benfeitoria.com/amanhecer

segunda-feira, 25 de maio de 2015

A Verdade sobre João Vaccari Neto...


Sobre a honra…


Quem vai devolver à família o orgulho de ostentar o sobrenome Vaccari?
Desde criança aprendemos com nossos pais que devemos honrar a história e, em especial, o nome da nossa família. “É tudo o que temos”, dizem eles. Somos orientados sobre como temos de nos comportar para sermos tratados como pessoas ‘de bem’ que merecem respeito ao sobrenome que carregamos.
Descobrimos desde cedo que temos de ser honestos, trabalhadores, solidários, corretos com nossos amigos e colegas de trabalho. Temos de pagar todos os impostos e dívidas que fizermos – nada de nome sujo na praça, nada de nome na lista de inadimplentes do SPC. É nossa obrigação fazer tudo para ser uma pessoa digna do nome da família que ostentamos com orgulho, seja Souza, seja Silva, seja Vaccari. Essa, afinal, é a herança que deixaremos para nossos filhos e netos. É a herança que recebemos.
Esse sentimento de honra, de grandeza, de glória, de virtude e de probidade, é o orgulho de todos que lutam para manter os valores, os princípios morais e éticos passados de pais para filhos, especialmente entre as famílias menos abastadas que dão muito duro para criar e educar os filhos e se esforçam diariamente para construir e manter uma reputação ilibada. É a herança que deixarão.
A questão é tão importante que até a legislação brasileira tem um item que estabelece a proteção à honra dos cidadãos. Quem for ofendido, diz a Lei, pode recorrer à Justiça alegando injúria, calúnia, difamação. Em alguns casos, até ganham essas ações. Difícil mesmo é resgatar o respeito da sociedade, limpar o nome da família, especialmente quando os detratores são um juiz, um policial federal, um procurador da República e, para piorar, o fazem com o apoio dos donos das rádios, televisões, jornais impressos e revistas, que costumam tratar seus oponentes de forma sensacionalista, hipócrita e com uma dose enorme de má-fé.
Quantos brasileiros sabem, por exemplo, que o Supremo Tribunal Federal inocentou formalmente Luiz Gushiken, submetido a todas as acusações possíveis de envolvimento com corrupção, exposto nos meios de comunicação burgueses durante anos? Pois é, ele nunca participou de nenhum esquema de corrupção, muito pelo contrário, sempre se comportou com a mais absoluta correção e ética em todos os cargos que ocupou e em sua vida pessoal e familiar. Mas, a notícia sobre sua inocência foi dada somente em cantos de páginas de jornais impressos e em notas telegráficas de telejornais e rádios.
Num site da comunidade japonesa, um jornalista disse que, como um samurai, Gushiken enfim tivera sua “dignidade devolvida”. Fica a pergunta: quantos dos brasileiros que assistiram e ouviram jornalistas, analistas e comentaristas execrarem a imagem de Gushiken ficaram sabendo que ele é inocente, honrado, digno e que foi apenas atropelado pela imprensa e pelos investigadores/acusadores?
Ele, assim como Vaccari, foi barbaramente ofendido em sua honra. E isso, diz a Lei, é um fato típico e antijurídico. O Estado, que tem obrigação precípua de tutelar a individualidade de cada pessoa, pode punir o ofensor e caluniador, reforçam os especialistas em direito.
O que a Lei não prevê é, depois de ser exposto de maneira abominável, canalha e repulsiva como ladrão, desonesto e corrupto, justamente por aqueles que deveriam garantir o cumprimento das leis, o que um cidadão pode fazer? Pedir direito de resposta nos horários nobres dos telejornais, nas primeiras capas dos jornais impressos? Entrar com uma ação na Justiça por danos morais?
É impossível uma pessoa cumprir o que prometeu aos pais de defender e honrar o nome da família quando se é vítima de uma campanha difamatória infame e brutal como a que João Vaccari Neto está sofrendo, como a que tantos petistas veem sofrendo nos últimos anos, única e exclusivamente porque fazem parte do partido que priorizou e jogou luzes sobre os mais necessitados, aquelas pessoas invisíveis que a elite não queria enxergar.
É sobre uma releitura da luta de classes no Brasil que estamos falando. É sobre como a dignidade e a vida de um ser humano e de uma família honrada podem ser usadas de maneira torpe na luta política de um País que ainda não consolidou a democracia nem tampouco aprendeu o valor de se combater as desigualdades para se criar uma nação mais justa e para todos, independentemente da coloração partidária.
O que a imprensa chama de ‘caso Vaccari’ escancara o uso político que juízes e promotores estão fazendo de suas funções. Eles se desviam de suas atribuições constitucionais, se submetem a orientações de partidos políticos e à pauta da grande mídia para atacar um partido e seus representantes, relegando a Lei e a Justiça a um segundo plano. A vítima dessa conspiração enfrenta uma batalha perdida, injusta e desigual. Esse é o caso de João Vaccari Neto. Isso pode acontecer com você amanhã. Isso pode acontecer com todos que não perceberem que é preciso lutar para restabelecer a Lei e a Ordem, restabelecer a verdade dos fatos, não permitir que tantas famílias carreguem o peso da desonra provocada por falsas e jamais comprovadas acusações.

https://verdadesobrevaccari.wordpress.com/

sexta-feira, 22 de maio de 2015

O capitalismo é racista, e se não lutarmos agora, seus netos daqui a 20, 30, 40 anos terão uma sociedade mais racista e ainda pior ,"oculta", com negros trabalhando mais e recebendo cada vez menos... O cara acertou em tudo!


  1. Al Hajj Malik Al-Shabazz, mais conhecido como Malcolm X, foi um dos maiores defensores do Nacionalismo Negro nos Estados Unidos. Fundou a Organização para a Unidade Afro-Americana, de inspiração Separatista.
  2. Nascimento: 19 de maio de 1925, Omaha, Nebraska, EUA
  3. Assassinado em: 21 de fevereiro de 1965, Nova Iorque, Nova Iorque, EUA