sábado, 12 de dezembro de 2015
domingo, 6 de dezembro de 2015
Será Michel Temer um conspirador?
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sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Golpe Cunhaguaio....
A
tentativa de golpe iniciada por Cunha é de tal forma cínica, hipócrita, suja e
inconsistente que precisa de um neologismo: cunhaguaio. Uma mistura, em doses
iguais e cavalares, de canalhice e corrupção com inconsistência jurídica e
atitude antidemocrática.
Cunha
acusar Dilma é, como já se disse alhures, um sujeito acusado de tudo acusar uma
presidente acusada de nada. É como se o Estado Islâmico acusasse o Dalai Lama
de terrorismo. É como se Hitler acusasse Roosevelt de genocídio. É como se
Judas acusasse Jesus Cristo de traição. É uma total e surreal inversão de
valores.
Max
Horkheimer, um dos melhores pensadores da mal chamada Escola de Frankfurt,
dizia que o nazismo é a “verdade” do capitalismo, no sentido de que aquele
movimento político desnudava as entranhas do sistema capitalista. Nesse mesmo
sentido, Cunha é a “verdade” da nossa oposição ou de parte expressiva dela:
golpista, irresponsável, antidemocrática, hipócrita e corrupta. Simbiose
caricata de Carlos Lacerda com Adhemar de Barros. Entranhas malcheirosas.
A
manobra chantagista de Cunha desnudou as intenções dos golpistas. Caíram as
máscaras. Ninguém ali está pensando em combater a corrupção. Ninguém ali está
preocupado com o Brasil. Muito menos com seu povo. Todos, como Cunha, estão ali
por uma única razão: proteger seus interesses rasos e mesquinhos.
Querem
simplesmente voltar ao poder a qualquer custo. Ao custo do voto popular. A
expensas da democracia. Ao custo da decência. Ao custo até das aparências.
Sonham
com ganhos que obterão quando privatizarem o pré-sal e a Petrobras. Salivam
imaginando os lucros com futuras vendas de bancos públicos. Deleitam-se
especulando sobre as taxas de lucro majoradas com quedas de salário e aumento
do desemprego que promoveriam com seus ajustes draconianos e definitivos.
Fantasiam
seu mundo ideal: um Brasil submisso, desigual, reacionário, autoritário, impune
e pequeno. Pequeno como eles. Rasteiro como eles.
Um
Brasil que dê mais lucro para uns poucos e permita mais negociatas para os
privilegiados.
Um
Brasil de impunidade, de engavetadores, com era antes de Dilma.
Um
Brasil que feche escolas. Um Brasil que bata em estudantes. Um Brasil que
coloque trabalhadores e negros em seu devido lugar. Com balas e porretes.
Um
Brasil homofóbico e racista. Um país que sacrifique até gastos constitucionais
com Educação e Saúde, em nome da austeridade suicida que elevará as taxas de
lucro.
Um
Brasil sem Bolsa Família e sem salário mínimo. Um país sem proteção
trabalhista. Um Brasil sem regras e políticas que protejam os mais fracos. Um
Brasil sem controle sobre os que despejam sua sujeira em nossas instituições e
em nossos rios. Um país de Marianas anunciadas. Um Brasil de Doces amargos e
contaminados.
Um
Brasil sem pudor de ser desigual, excludente, preconceituoso e autoritário.
Como era, antes de Lula e Dilma.
Um
Brasil sem-vergonha. Um Brasil de sem-vergonhas para sem-vergonhas.
Um Brasil
de Cunhas.
Marcelo Zero
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Simplesmente RABERUAN...
A vida é uma coisa louca.
Depois de passar anos e anos nessa vida , hoje, percebo a importância de pessoas que foram fundamentais para minha existência e insistência, conheci o MPA por volta de 1979, um grupo de artistas locais que resistiam com sua arte a vários quilômetros de distancia do centro , o dito e tido centro de culturas alternativas, e cá, no fundão da ZL estourava um grande caldeirão cultural, que juntava, o xote, baião, rock progressivo, poetas , contadores, atores, artistas plásticos, e eu, como sempre iluminado, caio na graça de ter dois grandes amigos Sacha & Raberuan , chão que cultivo, e que só me traz frutos bons...
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Eu quero ver, quando ZUMBI voltar...
Importância de Zumbi para a História do Brasil
Zumbi é considerado um dos grandes líderes de nossa história. Símbolo da resistência e luta contra a escravidão, lutou pela liberdade de culto, religião e pratica da cultura africana no Brasil Colonial. O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado e comemorado em todo o território nacional como o Dia da Consciência Negra.
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
O cortejo Afro do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região , presta homenagem a Luiza Mahin e ao seu Filho Luiz Gama...
Um pouco da História de Luiza Mahin
Bancários avisam: racismo não passará!
Categoria promove Cortejo Afro nas ruas do centro de São Paulo na segunda-feira, ao meio-dia, com homenagem à Luiza Mahin e Luiz Gama e protesto contra invisibilidade de negros no setor financeiro
São Paulo – A luta por um Brasil sem racismo é diária. E esse debate fica ainda mais em evidência no mês da Consciência Negra. O Sindicato convida os trabalhadores a irem às ruas pelo combate ao racismo na segunda 23, no tradicional Cortejo Afro dos Bancários. A saída será ao meio-dia da sede da entidade, no Edifício Martinelli (Rua São Bento, 413, Centro).
É a 15ª edição do evento que neste ano homenageará Luiza Mahin e seu filho Luiz Gama, importante advogado e jornalista negro. Luiz Gama foi um escritor renomado e um dos maiores abolicionistas do país, mesmo após ter sido vendido como escravo pelo próprio pai. Sua mãe, Luiza, é considerada por muitos uma verdadeira rainha e uma das articuladoras da Revolta dos Malês, mobilização feita por escravos mulçumanos na Bahia em 1835. Duas figuras importantes para a história do Brasil, que não tiveram suas lutas reconhecidas.
Homenagem a Luiz Gama, reconhecido como Advogado pela AOB , “Já era hora de ele ter esse reconhecimento oficial”, avalia o advogado Silvio Luiz de Almeida, professor da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie e presidente do Instituto Luiz Gama (ILG).
O Cortejo Afro contará com o grupo de percussão e balé Festa da Massa. Independente da raça, os trabalhadores estarão nas ruas do Centro para protestar contra essa realidade e defender igualdade de oportunidade na categoria bancária.
20 de novembro – O Dia Nacional da Consciência Negra, lembrado em 20 de novembro, é feriado em cerca de mil cidades do Brasil. A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695.
“A ocasião é dedicada à reflexão da inserção do negro na sociedade, inclusive dos bancários. No último Censo da Diversidade da categoria, divulgado em novembro de 2014, foi identificada a necessidade especial de inclusão das mulheres negras nos bancos, já que elas sofrem por serem da minoria negra e ainda por serem mulheres. As bancárias enfrentam dificuldade para conquistar cargos executivos, um terrível preconceito de gênero nas instituições financeiras”, destaca a secretária de Relações Sindicais e Sociais do Sindicato, Maria Rosani. Hoje, 81% dos bancários são brancos e 19% negros. Entre os negros, 16,7% são pardos e apenas 2,3% são pretos. Destes 2,3%, somente um terço, são mulheres.
Gisele Coutinho – 18/11/2015
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