quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Existem vários motivos para se ir para ruas... Talvez pela segurança que o Governo te dá.


Uma pergunta fica no ar:_ Se uma equipe de jornalismo consegue filmar isso, por que o Secretario de Segurança do Governo e sua equipe de inteligencia não conseguem?

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Folha inventa que Lula é chefe de quadrilha e acusado pela Procuradoria.

A manipulação de fatos pela Folha, nas duas matérias supracitadas, teve o intuito claro de difamar e caluniar o ex-presidente Lula e pode gerar um belo processo ao jornal devido, justamente, à deturpação ou pura e simples invenção de fatos que jamais ocorreram.
Qualquer leitor menos atento ou esclarecido extrairá dessas matérias a impressão de que o ex-presidente é um bandido acossado pela Justiça. A bem da elevação do nível do debate político, espera-se que Lula não deixe esse crime contra sua honra por isso mesmo.
folha capa
 Não é pouco. O jornalão paulista coloca o ex-presidente – contra quem não existe nem mesmo pedido à Justiça de abertura de processo – como o suspeito número 1 da Operação Lava Jato e acusado pelo procurador-geral da República.
Na página A5 da edição da Folha de São Paulo de quarta-feira, 13 de janeiro de 2016, a matéria “Quem é Quem na Lava Jato” coloca o ex-presidente Lula como o suspeito número 1 da investigação e o ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, como o número 3, logo após José Dirceu, que se encontra condenado e preso pela Justiça.
A matéria propõe ao leitor que “Tente descobrir o dono de cada apelido usado, segundo investigadores, para despistar entrega de propina no esquema da Petrobrás”.
folha 1
Só há um “pequeno” problema nessa matéria que mistura pessoas contra as quais nada pesa na Justiça com outras que estão sendo processadas e/ou que até estão presas, como se todas integrassem uma única “quadrilha”: a menção a Lula captada na Lava Jato não o acusa de “receber propina”.
Em junho do ano passado, matéria do Estadão dava conta de que escutas da Polícia Federal descobriram que empreiteiros envolvidos na Lava Jato chamavam Lula de “Brahma”, em alusão a supostos hábitos etílicos do ex-presidente, quem jamais foi flagrado dirigindo bêbado pelas ruas do Rio de Janeiro ou de qualquer parte do país como aconteceu com um certo senador tucano por Minas Gerais.
folha 3
Como se vê, a matéria deixa bem claro que foi uma menção de empreiteiros a Lula que não o acusou de nada, apenas fez referência a ele.
Abaixo, a citação a Lula em relatório da PF
folha 2
Como se vê, o uso do termo “Brahma” para se referir a Lula não passa de uma curiosidade sem qualquer implicação para a honorabilidade do ex-presidente, já que não há nada de extraordinário em grandes empresários fazerem comentários sobre figura tão importante da vida nacional.
Porém, isso bastou para a Folha colocar Lula como o investigado número 1 da Lava, ao lado de pessas que estão sendo processadas e, algumas, até presas. A matéria induz o leitor menos atento a crer que tem diante de si o raio-x de uma quadrilha.
Mas não é só. Uma página antes, o jornalão antipetista faz uma trapaça ainda mais vulgar e espertalhona ao transformar em acusação mera referência do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, a Lula.
Segundo a matéria (canto esquerdo da imagem no alto da página), diz a Folha que o PGR acusou Lula de “lotear entre Collor e PT” uma distribuidora de combustível.
Uau! É uma declaração e tanto. O PGR acusar Lula de “lotear” patrimônio público é grave. Afinal, segundo o bom e velho dicionário Houaiss, lotear significa “dividir (terra, imóvel etc.) em lote, geralmente para venda; fazer loteamento”.
Janot, então, teria acusado Lula de vender ou dividir patrimônio público com entes privados (Collor e o PT). Há relato de que o PGR acusou Lula de alguma ilegalidade, certo?
Errado, porque Janot jamais usou o verbo “lotear”, que a Folha escolheu para falsificar uma acusação do procurador-geral da República a um ex-presidente da República. Exatamente em matéria contígua a outra que acusa o mesmo ex-presidente de liderar uma quadrilha sob investigação da Operação lava Jato e punição pela Justiça.
Eis o que disse o procurador-geral sobre Lula e a distribuidora em questão.
folha 4
A verdade, pois, é bem outra. Ao relatar o caso de Collor, o PGR simplesmente comentou que ele recebeu de Lula “ascendência” sobre a Petrobrás Distribuidora S/A em um acordo político entre o PTB e o governo Lula igual a tantos outros acordos que TODOS os presidentes da República, governadores e prefeitos de todo o país sempre fizeram, fazem e farão para obter opoio político no Legislativo.
O jornal até reproduziu, sem destaque, o que realmente disse o PGR, mas a manchete “garrafal” faz o leitor menos atento nem sequer prestar atenção na imagem obscurecida e diminuta da declaração real de Janot e ficar com a acusação de “loteamento”, termo que ele não usou, além de não ter pretendido sugerir ilicitude na negociação do governo com o PTB.
A manipulação de fatos pela Folha, nas duas matérias supracitadas, teve o intuito claro de difamar e caluniar o ex-presidente Lula e pode gerar um belo processo ao jornal devido, justamente, à deturpação ou pura e simples invenção de fatos que jamais ocorreram.
Qualquer leitor menos atento ou esclarecido extrairá dessas matérias a impressão de que o ex-presidente é um bandido acossado pela Justiça. A bem da elevação do nível do debate político, espera-se que Lula não deixe esse crime contra sua honra por isso mesmo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

A CUT quer a Dilma que o povo elegeu

O povo quer a Dilma que elegeu. Esse foi o canto que ecoou em milhares de ruas e avenidas do País em todas as manifestações que fizemos, especialmente, a do último dia 16. E isso significa avanços.

Escrito por: Vagner Freitas, presidente Nacional da CUT • Publicado em: 23/12/2015 - 17:36 • Última modificação: 23/12/2015 - 19:21
Em 29 de dezembro do ano passado, a sociedade brasileira foi surpreendida com o pacote de maldades do governo, o chamado ajuste fiscal, que tirou direitos da classe trabalhadora, paralisou a economia e gerou juros altos, recessão e desemprego.

Durante este ano, a CUT lutou, negociou e reivindicou nas ruas mudanças na política econômica e a não retirada de direitos dos/as trabalhadores/as. Simultaneamente, o mandato da presidenta Dilma Rousseff sofreu ataques dos golpistas, aqueles que não aceitaram o resultado das eleições de 2014. E a CUT, novamente, foi às ruas defender o projeto que ajudou a eleger, a democracia e o respeito à vontade popular que se expressou nas urnas elegendo Dilma.
Nós não temos dúvida nenhuma que foi por conta da reação do povo nas ruas que o mandato de Dilma não foi cassado este ano. Mas, queremos que fique claro, não existe cheque em branco. O povo quer a Dilma que elegeu. Esse foi o canto que ecoou nas ruas em todas as manifestações que fizemos, especialmente, a do último dia 16, quando milhares de pessoas foram às ruas de mais de 70 cidades do Brasil e o Distrito Federal dizer que quer a Dilma que elegeu.
Agora, novamente no fim do ano, assisto atônito as mesmas cenas do ano passado. Muda o ministro da economia, mas não muda a política econômica. Era justamente isso que temíamos. Isso não vai acontecer.
A primeira fala do novo ministro da Fazenda, Nélson Barbosa, é semelhante à primeira de Joaquim Levy. Ele falou em reforma da Previdência Social, retirada de direitos da classe trabalhadora, flexibilização da CLT e ajustes. Há outras possibilidades. Para equilibrar as contas públicas, ao invés de tirar dos/as trabalhadores/as é preciso tirar do capital. Do contrário, gera desconfiança na classe trabalhadora.
Exigimos, e temos autoridade política e sindical para fazê-lo, que nos próximos dias, ao invés desse discurso conservador ultrapassado e subordinado ao mercado, o governo anuncie medidas de interesse da classe trabalhadora, com a retomada do crescimento, com geração de emprego e distribuição de renda.
2016 só será um ano diferente, se o governo agir de maneira diferente. Caso contrário, acredito que o governo não terá a mesma sorte que teve em 2015. Os golpistas estão de plantão com pedidos de impeachment ou renúncia. E as ruas só vão defender o projeto democrático popular se tiverem o que defender. A continuidade da atual política econômica, voltada aos interesses do mercado, vai gerar mais inflação, desemprego e cortes nas políticas sociais. 
Para a CUT, qualquer discussão sobre direitos sociais, dos/as trabalhadores/as e Previdência Social tem de ser debatida no âmbito do Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda, criado pelo governo este ano. Este é o espaço onde os/as trabalhadores/as e a sociedade podem se manifestar e defender seus direitos e interesses.
Nenhum direito a menos. Não ao golpe. 
Pelo fim do ajuste fiscal e por uma nova política econômica.
Vagner Freitas, presidente Nacional da CUT 




quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

TV online dos EUA fala em manipulação da mídia brasileira para derrubar Dilma - vídeo


Agência de notícias independente baseada nos Estados Unidos, The Real News divulgou um vídeo reportagem onde faz revelações surpreendentes sobre o clima de golpe que ronda o Brasil desde as eleições de outubro de 2014. Segundo revela o jornalista Michael Fox, o movimento golpista brasileiro é inspirado na política de Ronald Reagan, o ex-presidente americano conservador, que reprimia com vigor as iniciativas libertárias no continente americano durante a Guerra Fria. Fox afirma também que a mídia brasileira tenta colocar o PT e a presidenta Dilma Rousseff na crise com o objetivo de desestabilizá-la. A revista chama as duas empresas de representantes da direita conservadora. 
Fox diz que grupos como Revoltados Online, Movimento Brasil Livre, Vem Pra Rua, entre outros, recebem recursos de fundações estrangeiras e grandes empresas para criar movimentos que ajudem a desestabilizar politicamente o país. A Ambev, segundo ele, estaria entre as empresas. Todos esses movimentos, afirma, são claramente favoráveis a privatizações de estatais como a Petrobras, universidades públicas e demais instituições públicas de ensino, como também já foram vistos pessoalmente ou em seus sites e páginas de redes sociais dizendo que "a CLT prejudica os patrões e atrapalha a criação de empregos". 

Intitulado "Koch Brothers' Funds Backs Anti-Dilma Protests in Brazil, o documentário é crítico quanto a corrupção endêmica no país, mas lembra que apenas 1/5 dos envolvidos nos recentes escândalos da Petrobras estão ligados ao governo do PT. O jornalista Fox diz ainda que Aécio Neves, o principal incentivador político do movimento golpista, tem seus próprios escândalos de corrupção em torno da sua biografia

Outra associação importante é com o movimento de ultra direita americano, Tea Party. O documentário vê fortes ligações de propostas e propósitos. Os irmãos Koch são dois bilionários que tem liberado recursos em países da América Latina com o intuito de criar desestabilizações políticas: Equador, Venezuela, Argentina e Brasil foram os principais alvos. Curiosamente, a origem da fortuna dos Koch são a antiga União Soviética. O velho Koch, Fred, foi convidado a ingressar na Cortina de Ferro para explorar e ensinar como funcionava a indústria do Petróleo.

O documentário concede um espaço generoso para analisar o comportamento da mídia brasileira que tenta colocar Dilma no foco da crise - embora seu nome não esteja no alvo das investigações. Para o analisa, a mídia funciona como porta voz do golpe que se tenta aplicar contra a democracia brasileira.

Os irmãos Koch
Documentário mergulha no universo dos irmãos Koch:



Fox diz que grupos como Revoltados Online, Movimento Brasil Livre, Vem Pra Rua, entre outros, recebem recursos de fundações estrangeiras e grandes empresas para criar movimentos que ajudem a desestabilizar politicamente o país. A Ambev, segundo ele, estaria entre as empresas. Todos esses movimentos, afirma, são claramente favoráveis a privatizações de estatais como a Petrobras, universidades públicas e demais instituições públicas de ensino, como também já foram vistos pessoalmente ou em seus sites e páginas de redes sociais dizendo que "a CLT prejudica os patrões e atrapalha a criação de empregos". Intitulado "Koch Brothers' Funds Backs Anti-Dilma Protests in Brazil, o documentário é crítico quanto a corrupção endêmica no país, mas lembra que apenas 1/5 dos envolvidos nos recentes escândalos da Petrobras estão ligados ao governo do PT. O jornalista Fox diz ainda que Aécio Neves, o principal incentivador político do movimento golpista, tem seus próprios escândalos de corrupção em torno da sua biografia. Leia também: grandes grupos econômicos compram escolas no país para instituir pensamento liberal, afirma reitor Outra associação importante é com o movimento de ultra direita americano, Tea Party. O documentário vê fortes ligações de propostas e propósitos. Os irmãos Koch são dois bilionários que tem liberado recursos em países da América Latina com o intuito de criar desestabilizações políticas: Equador, Venezuela, Argentina e Brasil foram os principais alvos. Curiosamente, a origem da fortuna dos Koch são a antiga União Soviética. O velho Koch, Fred, foi convidado a ingressar na Cortina de Ferro para explorar e ensinar como funcionava a indústria do Petróleo. O documentário concede um espaço generoso para analisar o comportamento da mídia brasileira que tenta colocar Dilma no foco da crise - embora seu nome não esteja no alvo das investigações. Para o analisa, a mídia funciona como porta voz do golpe que se tenta aplicar contra a democracia brasileira. Os irmãos Koch Antonio Luiz M. C. Costa escreveu recente artigo sobre a dupla e seu papel na política dos Estados Unidos: "Os Koch organizam reuniões periódicas com líderes republicanos e comunicadores ligados ao Tea Party, como Glenn Beck e o senador republicano Mitch McConnell. Uma gravação em áudio de uma reunião confidencial deste último com os irmãos, ocorrida em junho de 2014, o senador admitiu que os republicanos precisam dos Koch e eles constituem o verdadeiro poder no partido: "Não sei onde estaríamos sem vocês" e pediu mais recursos para a campanha. "A Suprema Corte permitiu a todos vocês (bilionários) participarem do processo em uma variedade de maneiras diferentes. Você pode doar ao candidato de sua escolha". Para persuadi-los, explicou como os republicanos frustrariam a agenda de Barack Obama caso conquistassem a maioria do Senado. O partido cumpriu rigorosamente a promessa. Segundo o Washington Post, os Koch agora lideram um esforço de arrecadação entre bilionários que pretende arrecadar um bilhão de dólares para a campanha presidencial republicana em 2016. Seria tolo supor que manifestantes ou eleitores são pagos em massa, mas faz diferença permitir a um punhado de jovens politicamente ambiciosos dedicar-se em tempo integral a uma agenda, assim como o patrocínio de veículos e jornalistas simpáticos às suas causas. Embora o petróleo esteja na raiz das fortunas dos Koch e motive sua campanha contra ambientalistas e climatologistas que alertam sobre o aquecimento global, não é obrigatório supor que seu principal interesse no Brasil seja a privatização da Petrobras. Seus negócios são bem mais amplos e o "Estado mínimo", com a eliminação de quaisquer políticas sociais e restrições à exploração capitalista, é para eles e seus aliados um fim em si. O importante é estar consciente de suas conexões e do que implicam. Não é apenas por um impeachment". Documentário mergulha no universo dos irmãos Koch.






domingo, 6 de dezembro de 2015

Será Michel Temer um conspirador?



Bem, se ele é conspirador está ficando bem mal acompanhado, pois o PSB abandonou o impeachment e não quer mais ser oposição; o Jurista Fábio Konder Comparato tem afirmado que esse impeachment é ilegítimo; PSol e Rede também dizem “não” ao impeachment de Dilma; o jornal Valor Econômico noticia que o “'Economist” diz que Cunha agiu por vingança em processo de impeachment; a FOLHA noticia que Bill Clinton afirmou que Brasil não está afundando e futuro será formidável; PDT, PC do B, Joaquim Barbosa, CNBB, CUT e todos os governadores do nordeste repudiam a tentativa de impeachment de Dilma; diversos Jornais europeus duvidam que Dilma seja impedida pela falta de fundamento; Pezão, governador do Rio de Janeiro, convida os governadores dos partidos que integram a coalizão de apoio ao governo para reunião em Brasília em oposição ao impeachment; Leonardo Boff referindo-se a Eduardo Cunha afirmou que “Um eticamente desqualificado manda a julgamento uma mulher íntegra e ética”; a Federação dos Petroleiros também se levantam contra golpe Cunha-Aécio; para os governadores nordestinos, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), agiu movido por interesses pessoais, sem se importar coma gravidade de uma ação que representa grave retrocesso institucional e assinam nota de repúdio contra impeachment; a Igreja Católica, através da CNBB, questiona 'autoridade moral' de Cunha; Dalmo Dallari afirma que decisão de Cunha é “antiética e oportunista”; Luciana Genro pessoalmente também se afasta do golpe Cunha-Aécio; o jornal Frances Le Monde diz que Cunha agiu por 'vingança pessoal'.É bom Michel Temer escolher como ele quer passar para a História.Pedro Benedito Maciel Neto, 51, advogado, sócio da MACIEL NETO ADVOCACIA, autor de “Reflexões sobre o estudo do Direito”, Ed. Komedi.[1] Ou seja, a verdade é que o processo de impeachment não tem nenhuma relação jurídica com a Operação Lava Jato, apesar do esforço de parcela do Ministério Público Federal e da imprensa em misturar os assuntos e confundir a opinião pública.
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