quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Você sabe o que é a PEC 241 e o mal que ela significa? ASSISTA E ENTENDA O QUE VOCÊ PERDE.



Dentre as propostas da PEC está a alteração dos limites orçamentários para a educação e a saúde. Ministro da saúde provisório defende redução do SUS e, inclusive, publicou portaria de criação de grupo de trabalho para elaborar proposta de “planos populares”.

Na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal, de debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/16, que altera o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias para instituir o Novo Regime Fiscal.

O plenário lotado apontou a importância e gravidade do assunto, tendo em vista o risco que significa a apresentação, pelo governo, de uma proposta que compromete a oferta de serviços públicos universais como saúde, educação, segurança e investimentos públicos em infraestrutura.

Não é nenhum devaneio pós-democracia, pois direitos conquistados a duras penas serão colocados em xeque. A população brasileira corre o risco de amargar uma crise de assistencialismo sem precedentes, conforme apontou a análise de vários participantes.

Comprometimento da saúde

Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece diversos serviços e programas à população brasileira de forma gratuita, como a Academia da Saúde, Brasil Sorridente, Farmácia Popular, Imunizações, Política Nacional de Promoção da Saúde, SAMU 192, UPA 24h e outros. 

Uma das propostas do ministro da saúde provisório é justamente a redução do SUS, o que ficou ainda mais explícito após a publicação de portaria no Diário Oficial da União (DOU) de um grupo de trabalho para discutir a “criação de planos populares”, no Dia Nacional da Saúde (05 de agosto).

Além de pagar impostos e não obter retorno em serviços de qualidade, a população brasileira terá que pagar para ser atendida nos estabelecimentos públicos de saúde. Parece que rasgar a Constituição Brasileira e eximir o Estado de suas obrigações se tornou uma meta para o atual governo interino.

Desmonte da educação

Na educação, programas como o Ciências sem Fronteiras, ENEM, ENADE, CENSO, FIES, SISU, PROUNI, Pró-Jovem, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, CAPES mestrado, doutorado e Plataforma Freire, PRONATEC e demais programas da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica serão igualmente afetados com a aprovação da PEC241.

Apenas 4% do Orçamento da União mantém os diversos programas já citados. Caso seja aprovada a proposta, haverá redução, durante 20 anos, das ações estatais de distribuição de renda. Ou seja, resumindo, será o fim da maior parte dos programas e serviços gratuitos no país. Enquanto isso, o lucro do setor financeiro estará intocado.

A parte dos parlamentares contrários entendem que o projeto é a legalização da destruição do controle social. “Este projeto só atinge a camada das políticas sociais, não atinge o núcleo financeiro que move o país. A conta é paga por trabalhadores e trabalhadoras não só do funcionalismo público, mas também da iniciativa privada”

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Trabalho escravo no Brasil....



No período Colonial do Brasil, a escravidão era permitida. Hoje, ninguém pode ser proprietário de outra pessoa. Isto é crime. No entanto, milhares de trabalhadores já foram resgatados de situações análogas ao trabalho escravo no Brasil atual. Estes escravos já não são comprados. São aliciados. E dão muito lucro. Se ficarem doentes são, simplesmente, descartados, postos na rua sem direito nenhum. Os escravos de hoje não são escolhidos pela cor da pele, mas sim por sua condição social: são apenas pessoas extremamente pobres. O Trabalho Escravo é o tema do Bom Para Todos.



TVT

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Brasileiro é assim, se levanta, sacode a poeira e da a VOLTA POR CIMA, mesmo que alguns fascistas, reacionários e preconceituosos se esqueçam disso!




No dia 30 de julho de 2012, Rafaela Silva via seu sonho acabar. Depois de atacar as pernas da húngara Hedvig Karakas, a judoca brasileira foi eliminada e ficou alguns segundos deitada chorando sem acreditar. Foram 4 anos correndo atrás da medalha e tudo tinha acabado. A eliminação foi dura. Foi sofrida, mas nada foi pior do que ser xingada, ter sofrido na pele um racismo imbecil e covarde. Disseram que ela era uma vergonha para o país e para sua família. Ela chorou, pensou que não conseguiria dar a volta por cima. Mas ela estava errada.


Rafaela Silva é negra sim, com muito orgulho. Rafaela Silva é favelada sim, com muito orgulho. Rafaela Silva é campeã olímpica! E o ouro veio no Rio de Janeiro, cidade que ela nasceu e começou a lutar judô. Começou para jogar sua energia no esporte e para fugir do tráfico. A volta por cima de Rafaela Silva é uma das histórias mais lindas do esporte brasileiro. 

O Esporte Interativo tem orgulho de acompanhar e mostrar isso. VOCÊ É O ORGULHO DO PAÍS! Parabéns, Rafaela, você é foda!