quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Alunos expulsos da USP e liminar que paraliza as investigações contra 70 juizes e servidores.

O CNJ e a USP
Por Mario Lan

O que tem em comum a expulsão dos alunos da USP que invadiram a Coordenadoria de Assistência Social, com o Conselho Nacional de Justiça – CNJ, que investiga desvios de milhões de reais por membros do Judiciário do país?


O CNJ foi criado para exercer o controle externo dos possíveis desmandos administrativos do Judiciário brasileiro – lento, ineficiente e por vezes suspeito – já que suas decisões tem hora que parecem contradizer o interesse público, entenda-se, o povo, que deveria estar resguardado com o cumprimento da lei.

A USP foi criada para produzir conhecimento e proporcionar o pensamento de seus alunos, já que é através do aprofundamento de reflexões existenciais que se pode alcançar um comportamento ético, essa uma de suas missões. O aparelhamento técnico do profissional formado na universidade, a outra missão, somente alcançará o objetivo de conhecimento suficiente para agir de modo a proporcionar o bem viver, se mesclado com uma atuação humanística desejosa de procedimentos éticos.

Os senhores que atuam no Judiciário, que detêm esse que é um dos Poderes do Estado (com letra maiúscula), são todos detentores de graduação universitária, então podemos notar que se a USP e outras estivessem cumprindo seu papel, o CNJ seria absolutamente desnecessário, já que teríamos além de excelentes profissionais, estaríamos tratando com intérpretes éticos da lei, lembremos que segundo Aristóteles ética é ação em prol da comunidade, leia-se do povo, do Estado Democrático de Direito, na sua mais atual expressão.

A reitoria uspiana ao expulsar os jovens – qualificados como rebeldes sem causa - matou em nome de um decisão burocrata, que visa preservar um administrativismo doentio, o celeiro da luta democrática, rompeu a possibilidade de discussão quanto a inviabilidade, irregularidade e incorreção de atos como aquela invasão (ou não), pois preferiu a vingança ao convencimento e a tentativa de mudança voluntária de postura dos rebelados (mas, poderia ser que quem acabasse convencido da justiça da invasão fosse a própria reitoria).

Toda vingança é antiética. A formação universitária, então, não favorece o desenvolvimento de um conhecimento somado a procedimentos éticos. Toma valores menores como se fossem maiores, materializam a alma e nela ela incute apenas valores monetários, ou seja, o seu trabalho só vale o quanto você pode ganhar em dinheiro, de tal modo tornando necessário que venha o CNJ dizer aos membros do Judiciário que não é bem assim.

Interessante artigo sobre a expulsão dos alunos da USP poderá ser lido no site da Revista Caros Amigos. Quanto ao CNJ os jornais de hoje estampam matérias sobre a concessão de liminar contra as investigações de recebimentos irregulares no valor de até 1 milhão por membros do Judiciário.



Leia mais...
http://www.cartacapital.com.br/politica/agu-aciona-supremo-contra-decisao-que-limitou-poderes-do-cnj/

http://www.agora.uol.com.br/brasil/ult10102u1024322.shtml

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Segundo lançamento do livro "A Privataria Tucana"

A primeira edição do livro A Privataria Tucana se esgotou em 24 horas, se tornando um fenômeno de vendas, embora tenha sido escondido pelo Partido da Imprensa Golpista (PIG), que gosta de dar capas e manchetes para qualquer suspeita contra o governo federal, mas se omitiu totalmente em relação a este livro-bomba, que das suas mais de 300 páginas, apresenta 112 delas com cópias de documentos que comprovam a roubalheira que foi o processo de privatização das estatais no Brasil.

O Centro de Estudos Barão de Itararé e o Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, convidam para o lançamento da segunda edição do livro dia 21/12 (quarta-feira), às 19 horas, no auditório azul, com as presenças de:

Amaury Ribeiro Jr. jornalista e autor do livro;

Protógenes Queiróz, delegado da polícia federal responsável pela operação Satiagraha, deputado federal pelo PCdoB e autor do pedido de CPI da Privataria;

Paulo Henrique Amorim, jornalista da TV Record e blogueiro do Conversa Afiada



Secretaria Geral
Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região - CUT
Rua São Bento, 413 - Centro - São Paulo/SP - CEP 01011-100
Telefone 5511  3188-5200
Fax 5511 32413549

Coisas que gosto de ver,ouvir e compartilhar "Bau do Casé - Dia Branco - Geraldo Azevedo.


Sugerido Facebook pela companheira Valdirene Martins ...

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Debate sobre a "PRIVATARIA TUCANA" dia 21/12 as 19 horas...



Amaury Ribeiro Jr.
O sindicato dos Bancários de São Paulo em conjunto com o Centro de Estudos Barão de Itararé promovem dia 21/12/2011 -Quarta-feira-  as 19:00 horas no Auditório Azul do Sindicato dos Bancários, na Rua São Bento, 413 debate com Amaury Ribeiro Jr. , Protógenes Queiroz e Paulo Henrique Amorim sobre a "PRIVATARIA TUCANA"




Protógenes Queiroz
Paulo Henrique Amorim










terça-feira, 13 de dezembro de 2011

José Serra chama livro A Privataria Tucana de "lixo".



O livro-denúncia do jornalista Amaury Ribeiro Júnior mostra irregularidades no processo de privatizações na era Fernando Henrique Cardoso. O título mal chegou às livrarias e esgotou. A procura surpreendeu a própria editora, que vendeu a primeira tiragem de 15 mil exemplares em um único dia. A segunda tiragem, de 30 mil, sai na próxima sexta (16) e já está toda reservada.

Jornal da Record News fala sobre o livro "Privataria Tucana" .



Jornal da Record News, apresentado por Heródoto Barbeiro e Andrea Beron, fala sobre o livro "A Privataria Tucana". A publicação aponta José Serra como favorecido em esquema de corrupção na época das privatizações.