quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Terra...Por mais distante um errante navegante quem jamais te esqueceria.



Navegue e pesquise no link abaixo, um formidavel trabalho do IBGE que mostra todos os tripulantes, suas conquistas e seus fracassos nesse "Asteroide" pequeno que todos chamam de TERRA.

http://www.ibge.gov.br/paisesat/main.php

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

"A Privataria Tucana" entra no ranking de livros mais vendidos; PSDB processará autor

Texto extraido da OUL noticias -SP-Brasil http://noticias.uol.com.br/politica/2011/12/27/a-privataria-tucana-entra-no-ranking-de-livros-mais-vendidos-psdb-processara-autor.jhtm

Lançado em 9 de dezembro deste ano, o livro “A Privataria Tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., alcançou o topo do ranking de livros mais vendidos do site especializado em mercado editorial PublishNews. O site contabiliza as vendas de 12 livrarias –Argumento, Cultura, Curitiba, Fnac, Laselva, Leitura, Martins Fontes SP, Nobel, Saraiva, Super News, Travessa e da Vila.

O Video modificado!

Mais sobre "A Privataria Tucana"                                                                                                     

     •Tucanos se manifestam contra livro que aponta esquema fraudulento em privatizações
A obra aponta supostas irregularidades nas privatizações ocorridas durante os governos de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). O livro afirma também que amigos e parentes de José Serra mantiveram empresas em paraísos fiscais e movimentaram milhões de dólares entre 1993 e 2003.
Entre 12 e 18 de dezembro --última contabilização--, foram vendidos 9.032 exemplares do livro, que ficou atrás somente da biografia de Steve Jobs, de Walter Isaacson (17.784 unidades vendidas), da ficção “As esganadas”, de Jô Soares (16.150), e de “O Cemitério de Praga”, do semiólogo italiano Umberto Eco (9.083).
Na semana anterior (5 a 11 de dezembro), foram vendidos 2.414 exemplares do título em três dias, já que a obra foi lançada no dia 9.
Segundo a Geração Editorial, que publicou o livro, a primeira edição teve uma tiragem de 15 mil exemplares, que se esgotou na editora. Foram reimpressas 60 mil unidades, já que, de acordo com a Geração Editorial, cerca de 50 mil já tinham sido vendidos às livrarias antes de o lote checar à editora.
A Fnac afirmou que os exemplares da primeira edição do livro se esgotaram em três dias, e que o principal canal de vendas foi a internet. Uma nova encomenda foi feita no mesmo dia, mas os livros sumiram das prateleiras em três dias. Quanto à segunda edição, que chegou às lojas no último dia 16, a Fnac informou que 25% dos exemplares já tinham sido comprados por clientes na pré-venda.
A livraria comparou as vendas de “A Privataria...”, nos primeiros dias após o lançamento, às de grandes apostas editoriais do ano, como a biografia de Jobs e o último livro de Jô Soares. Assim como o próprio autor, a Fnac atribui a grande procura pelo livro à repercussão dada ao título nas redes sociais.
Já Saraiva afirmou que, para um período de cinco dias, o livro bateu o recorde histórico de encomendas na Saraiva.com. A empresa aponta que as vendas foram impulsionadas pelo destaque que o título ganhou nas redes sociais. Na Livraria da Folha, a obra foi a mais vendida entre todas as categorias na semana de 19 a 26 de dezembro.
O autor se disse surpreso com a vendagem. “Ninguém esperava. Os editores não esperavam, as livrarias não esperavam”, disse. “As redes sociais têm participação importante. Hoje já não se precisa mais de repercussão em programas de TV, em grandes veículos”, afirmou.

PSDB processará autor

Em nota, a executiva nacional do PSDB afirmou que irá processar Ribeiro Jr. pelas acusações feitas no livro. A assessoria de imprensa do partido disse que a área jurídica da legenda está juntando elementos para entrar na Justiça contra o autor, o que deve ocorrer ainda nesta semana.
Com base no livro, a base governista protocolou, em 21 de dezembro, por meio do deputado federal Protógenes Queiroz (PCdoB), pedido para abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar as supostas irregularidades nas privatizações e outras acusações contidas no livro.
Um dos parentes de Serra citados nas acusações é a filha do ex-governador, Verônica Serra. De acordo com o livro, ela foi sócia da empresária Verônica Dantas numa firma de prestação de serviços financeiros na internet. Verônica é irmã do banqueiro Daniel Dantas, proprietário até 2005 da antiga Brasil Telecom, empresa formada com a privatização da Telebrás.
Em nota divulgada hoje (27), Verônica negou ter sido sócia da irmã de Dantas: “participar de um mesmo conselho de administração, representando terceiros, o que é comum no mundo dos negócios, não caracteriza sociedade. Não fundamos empresa juntas, nem chegamos a nos conhecer”. Sobre o livro, ela disse se tratar de um produto de uma “organizada e fartamente financiada rede de difamação” que “dedicou-se a propalar infâmias intensamente através de um livro e pela internet” para atingir seu pai.
Já Serra, por meio de sua assessoria, disse que o livro é uma “coleção de calúnias que vem de uma pessoa indiciada pela Polícia Federal”. FHC, também em nota, afirmou que a obra é uma “infâmia” e a associou o autor à produção dos dossiês dos Aloprados e de Furnas.
Ribeiro Jr. afirmou que o livro é uma “cartilha sobre lavagem de dinheiro” e trabalhou na obra de 2000 até poucos dias antes da publicação. “Na época que comecei a apurar só se falava disso na imprensa”. O autor disse que seu interesse surgiu a partir das “lacunas que ficaram da história das privatizações” e que os documentos contidos na obra são todos “legais, obtidos na Justiça e no próprio Congresso Nacional.”
O autor trabalhou, como jornalista, na "Folha de S. Paulo", "O Globo", "Jornal do Brasil", "IstoÉ", "Estado de Minas", entre outros veículos. Ribeiro Jr. já foi acusado pela Polícia Federal de ter violado o sigilo fiscal de dirigentes tucanos e de familiares de Serra. No ano passado, o jornalista teria montado uma central de espionagem no comitê de campanha da presidente Dilma Rousseff.

Um cordel sobre o Natal "O nascimento de Jesus"

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Alunos expulsos da USP e liminar que paraliza as investigações contra 70 juizes e servidores.

O CNJ e a USP
Por Mario Lan

O que tem em comum a expulsão dos alunos da USP que invadiram a Coordenadoria de Assistência Social, com o Conselho Nacional de Justiça – CNJ, que investiga desvios de milhões de reais por membros do Judiciário do país?


O CNJ foi criado para exercer o controle externo dos possíveis desmandos administrativos do Judiciário brasileiro – lento, ineficiente e por vezes suspeito – já que suas decisões tem hora que parecem contradizer o interesse público, entenda-se, o povo, que deveria estar resguardado com o cumprimento da lei.

A USP foi criada para produzir conhecimento e proporcionar o pensamento de seus alunos, já que é através do aprofundamento de reflexões existenciais que se pode alcançar um comportamento ético, essa uma de suas missões. O aparelhamento técnico do profissional formado na universidade, a outra missão, somente alcançará o objetivo de conhecimento suficiente para agir de modo a proporcionar o bem viver, se mesclado com uma atuação humanística desejosa de procedimentos éticos.

Os senhores que atuam no Judiciário, que detêm esse que é um dos Poderes do Estado (com letra maiúscula), são todos detentores de graduação universitária, então podemos notar que se a USP e outras estivessem cumprindo seu papel, o CNJ seria absolutamente desnecessário, já que teríamos além de excelentes profissionais, estaríamos tratando com intérpretes éticos da lei, lembremos que segundo Aristóteles ética é ação em prol da comunidade, leia-se do povo, do Estado Democrático de Direito, na sua mais atual expressão.

A reitoria uspiana ao expulsar os jovens – qualificados como rebeldes sem causa - matou em nome de um decisão burocrata, que visa preservar um administrativismo doentio, o celeiro da luta democrática, rompeu a possibilidade de discussão quanto a inviabilidade, irregularidade e incorreção de atos como aquela invasão (ou não), pois preferiu a vingança ao convencimento e a tentativa de mudança voluntária de postura dos rebelados (mas, poderia ser que quem acabasse convencido da justiça da invasão fosse a própria reitoria).

Toda vingança é antiética. A formação universitária, então, não favorece o desenvolvimento de um conhecimento somado a procedimentos éticos. Toma valores menores como se fossem maiores, materializam a alma e nela ela incute apenas valores monetários, ou seja, o seu trabalho só vale o quanto você pode ganhar em dinheiro, de tal modo tornando necessário que venha o CNJ dizer aos membros do Judiciário que não é bem assim.

Interessante artigo sobre a expulsão dos alunos da USP poderá ser lido no site da Revista Caros Amigos. Quanto ao CNJ os jornais de hoje estampam matérias sobre a concessão de liminar contra as investigações de recebimentos irregulares no valor de até 1 milhão por membros do Judiciário.



Leia mais...
http://www.cartacapital.com.br/politica/agu-aciona-supremo-contra-decisao-que-limitou-poderes-do-cnj/

http://www.agora.uol.com.br/brasil/ult10102u1024322.shtml