sábado, 3 de novembro de 2012

Mensalão Tucano, assassinato, corrupcão, peculato e lavagem de dinheiro tudo documentado...



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Valerioduto tucano, é o escândalo de corrupção que ocorreu na campanha para a eleição de Eduardo Azeredo (PSDB-MG) - um dos fundadores, e presidente do PSDB nacional - ao governo de Minas Gerais em 1998, e que resultou na sua denúncia pelo Procurador Geral da República ao STF, como "um dos principais mentores e principal beneficiário do esquema implantado", baseada no Inquérito n.o 2280 que a instrui, denunciando Azeredo por "peculato e lavagem de dinheiro"
Foi esquema de financiamento irregular—com recursos públicos e doações privadas ilegais— montado pelo empresário Marcos Valério.
Em denúncia apresentada dia 20 de novembro de 2007 ao Supremo Tribunal Federal, o Procurador Geral da República denunciou que o esquema criminoso, que veio a ser chamado pela imprensa de "mensalão tucano", foi "a origem e o laboratório" do episódio que ficou conhecido como Mensalão.
"A inicial penal em exame limitar-se-á a descrever os delitos que tiveram o comprovado envolvimento do Senador da República Eduardo Azeredo e do Ministro de Estado Walfrido dos Mares Guia, bem como os crimes intimamente a eles vinculados."
Antonio Fernando denunciou 15 políticos por peculato e lavagem de dinheiro e afirmou que o esquema montado pelo publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza para injetar dinheiro público na campanha do tucano Eduardo Azeredo (PSDB-MG) foi "o laboratório" do mensalão nacional - cuja denúncia foi aceita pelo STF, em quase sua totalidade, em agosto de 2007. As investigações atingem o secretário do governador mineiro tucano Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à presidência da república em 2010.
Há uma série de telefonemas entre Eduardo Azeredo, Marcos Valério, Cristiano Paz e a empresa SMP&B, demonstrando intenso relacionamento do primeiro (Eduardo Azeredo) com os integrantes do núcleo que operou o esquema criminoso de repasse de recursos para a sua campanha.p.26
Em 3 de novembro de 2009, Azerevo começou ser julgado no Supremo Tribunal Federal. Em 3 de dezembro de 2009, por cinco votos contra três, o plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu abrir ação penal contra o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) e torná-lo réu por envolvimento em um suposto esquema de caixa dois durante sua campanha para reeleição ao governo de Minas Gerais, em 1998.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mensal%C3%A3o_mineiro

Revista revela beneficiários do 'Valerioduto Tucano'
Novos documentos entregues à Polícia Federal de Minas Gerais sobre o caso do valerioduto tucano revelam pagamentos de propina a caciques do tucanato e ao ministro do Supremo, Gilmar Mendes e Editora Abril. A revelação está em reportagem da revista Carta Capital. O valerioduto tucano operou durante a campanha de reeleição do então governador de Minas Gerais, Eduardo Azeredo (PSDB), em 1998.
A reportagem de Leandro Fortes mostra que receberam volumosas quantias do esquema, supostamente ilegal, personalidades do mundo político e do judiciário, além de empresas de comunicação. Na lista constam o ministro Gilmar Mendes, do STF, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), os ex-senadores Artur Virgílio (PSDB-AM), Jorge Bornhausen (DEM-SC), Heráclito Fortes (DEM-PI) e Antero Paes de Barros (PSDB-MT), os senadores Delcídio Amaral (PT-MS) e José Agripino Maia (DEM-RN), o governador Marconi Perillo (PSDB-GO) e os ex-governadores Joaquim Roriz (PMDB) e José Roberto Arruda (ex-DEM), ambos do Distrito Federal, entre outros.
Também aparecem pessoas que atuaram no processo de privatização dos anos FHC, como Elena Landau, Luiz Carlos Mendonça de Barros e José Pimenta da Veiga.
Os documentos reúnem declarações, planilhas de pagamento e recibos comprobatórios e foram entregues na quinta (26) à Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais. Todos têm assinatura reconhecida em cartório do empresário Marcos Valério de Souza, que depois seria acusado (pelo próprios tucanos, inclusive) como operador de esquema parecido envolvendo o PT, o suposto "mensalão", que começa a ser julgado pelo STF no próximo dia 2 de agosto.
A papelada chegou à PF pelo criminalista Dino Miraglia Filho, advogado da família da modelo Cristiana Aparecida Ferreira, que seria ligada ao esquema e foi assassinada em um flat de Belo Horizonte em agosto de 2000.
Segundo a reportagem revista, Gilmar Mendes teria recebido R$ 185 mil do esquema. Fernando Henrique Cardoso, em parceria com o filho Paulo Henrique Cardoso, R$ 573 mil. A editora Abril, quase R$ 50 mil.
http://carosamigos.terra.com.br/index/index.php/politica/2322-revista-revela-...

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Danilo Gentili, mais um ato de racismo desse suposto humorista "IDIOTA midiatíco".


Danilo Gentilli manda tirar vídeo que denunciava racismo de apresentador do Youtube
novembro 1st, 2012 by mariafro


Vídeo denunciava racismo de apresentador, que perguntou “quantas bananas você quer pra deixar essa história pra lá” a ativista do movimento negro


Vídeo foi retirado a mando de Gentili, segundo Youtube

Um vídeo que denunciava as piadas racistas do “comediante” Danilo Gentilli, postado no Youtube peloPortal do PSTU, foi retirado do ar nesta quinta-feira.

Segundo a notificação do Youtube, o vídeo foi retirado devido a reivindicações de direitos autorais de Gentilli. “Recebemos reivindicações de direitos autorais sobre o material que você enviou, como segue: o de Danilo Gentili sobre o vídeo “Quantas bananas vc quer pra deixar essa história pra lá?”, afirma o comunicado do Youtube.

Quantas bananas você quer?
O vídeo publicado pelo Portal do PSTU trazia uma entrevista com Thiago Ribeiro, jovem negro de 29 anos que, recentemente, denunciou Gentilli por suas piadas de explícito conteúdo racista. Cansado das piadas sem graça do “comediante”, Thiago Ribeiro postou no Youtube um vídeo com uma coletânea de piadas racistas de Gentili. O vídeo obteve 800 visualizações, inclusive uma visualização do próprio Gentili, que conseguiu tirar o vídeo do Youtube por meio da cláusula de uso de imagem.

Através do seu perfil no Twitter, Thiago interpelou Gentili sobre a proibição do vídeo. A resposta de Gentilli foi pra lá de desprezível: “vamos esquecer isso… Quantas bananas você quer pra deixar essa história pra lá?”, escreveu o comediante em seu Twitter. Na sequência, muitos seguidores de Gentilli desataram ataques racistas contra Thiago. Todos eles, inclusive Gentilli, foram denunciados por crime de racismo ao Ministério Público de São Paulo e à Polícia Federal sobre o ocorrido. Também foi realizado um Boletim de Ocorrência na Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania e na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância.

Gentilli se utilizou do mesmo expediente para retirar, do youtube, a entrevista de Thiago ao Portal do PSTU. Em três dias de exibição, a entrevista já tinha sido visualizada por mais 4.100 usuários.

Como se não bastasse, para defender suas piadas racistas, Gentilli se apóia no direito à “liberdade de expressão”. O que só pode ser uma piada de mau gosto do “comediante” que não tem o menor escrúpulo em censurar qualquer crítica a algo que mais do que uma simples piada: é crime, tipificado em lei.

Se você ainda não viu o vídeo, assista aqui sua nova versão. Agora, com a censura imposta por Gentilli.


quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Zonas Norte, Sul, Leste e Oeste em estado de alerta...Até quando...



Publicado em 31/10/2012

Noventa e oito policiais militares assassinados em São Paulo neste ano. Só 5 deles mortos trabalhando. Quando a morte é fora do trabalho, a família não recebe benefícios. Neste ano, em todo o estado, já foram assassinados mais de 3.330 cidadãos. Só na capital, até setembro, 919 homicídios.
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Antonio Ferreira Pinto é o Secretário de Segurança. Numa dessas coletivas para a imprensa, há pouco tempo, ele disse que os assassinatos de PMs não tinham "nenhuma vinculação com a facção". A "facção", como diz o secretário sem citar o nome, é o PCC.

Não há quem não saiba que está em andamento uma guerra particular entre o PCC e a PM. Uma PM, pelo que se sabe, com divisões; digamos assim. Segundo oficiais com quem falei, teriam sido rompidos, de parte a parte, "códigos de conduta".

Há quem negue a existência de tais códigos, mas eles existem: a polícia tem seus códigos não escritos e os criminosos também têm. E ambos têm um código em comum. Pela quantidade de mortos, é evidente que algum tipo de código, ou de acordo -ou de acordos- foi rompido.

Criminosos matam de um lado? Vem a resposta: alguns, quase sempre em motos, com munição de uso exclusivo de forças policiais, dão o troco e também matam. Fica no ar uma pergunta que talvez contenha a resposta: por que, nesta guerra nas ruas, apenas policiais militares, e não policiais civis, estão sendo mortos? É certo que a Inteligência do Estado tem informações sobre isso.

O secretário de segurança nega, ou negava até outro dia, o que é óbvio. E, diante de câmeras e microfones atua como se fosse o Durango Kid. Enquanto o secretario atua, e nega o óbvio, vejam a ousadia dos ataques: um tenente trabalha na Casa Militar e na escolta do governador Geraldo Alckimin. As iniciais do seu nome são SCS. O tenente foi atacado; não no trabalho. Recebeu um tiro de raspão, no rosto, reagiu e matou o agressor.

O Major Olímpio, deputado estadual pelo PDT, em ato na Praça da Sé disse com todas as letras: "Policiais militares estão sendo dizimados e não adianta negar e dizer que é lenda. O PCC está matando policiais".

O troco vem sendo dado nas ruas. Isso nunca funcionou. Nem no Velho Oeste, nem com as milícias no Rio de Janeiro, nem aqui, com os antigos e os novos esquadrões da morte. Isso só serve para produzir mais mortes, muitas vezes de inocentes. Serve também para eleger oportunistas, com discursos e práticas fascistóides.

Fato é que, antes de tomar posse, o governador Geraldo Alckimin pensou em substituir o Secretário Ferreira Pinto. Um importante emissário do governo sondou o jurista Walter Maierovitch. Walter, antes até de começar a conversar, impôs algumas condições. Uma delas, nomear os comandos das polícias militar e civil. A conversa nem andou. E Ferreira Pinto ai está.

O bang-bang, os assassinatos, avançam nas ruas de São Paulo. Até quando?

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Ataques do PSDB contra PT chegam também via fone.

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Campanha de José Serra (PSDB) promeveu ligações para desqualificar e mentir sobre as propostas do adversário Fernando Haddad (PT); ligações foram dirigidas especialmente para os bairros da periferia, como Penha, Itaquera e Cidade A.E. Carvalho, na Zona Leste da capital paulista

26 de Outubro de 2012 às 22:03

Mais uma armação dos Tucanos...É desespero...é desespero...é desespero...

Empresa contratada por Serra criou site falso de Haddad

26 de outubro de 2012 • 18h44 • atualizado às 19h20

É não colou.
 
 
A campanha do candidato petista à prefeitura de São Paulo afirmou nesta sexta-feira que o responsável pela criação de um falso blog com propostas de Fernando Haddad foi contratado para "serviços de criação e inclusão de páginas na internet" para a campanha do tucano José Serra. Em nota, a coligação Para Mudar e Renovar São Paulo afirmou ter recebido o IP utilizado para criar o site "Propostas Haddad 13" da operadora GVT.
Consulte os candidatos a prefeito em todo o País
Veja os salários dos prefeitos e vereadores das capitais
Segundo o comunicado, o IP pertence a Huyana Batista Tejo, responsável pela empresa Soluções Originais em Desenvolvimento e Arte Ltda (Soda Virtual), que já recebeu R$ 531 mil do comitê financeiro para prefeito do PSDB em São Paulo. "A mesma empresa registrou o site SerraJá, punido por propaganda antecipada, e o jogo de Facebook 'Missão Impossível', já fora do ar e também sob apuração da Justiça Eleitoral", diz o comunicado.
A Justiça Eleitoral de São Paulo mandou que o Google retirasse o blog do ar em 18 de outubro. De acordo com a decisão liminar do juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Henrique Harris Júnior, que acolheu ação da campanha de Haddad, há no site referências negativas ao candidato, por meio de propostas de governo que são atribuídas a ele.
O Terra entrou em contato com a empresa, mas não obteve retorno. Por meio de sua assessoria, a campanha de José Serra afirmou não ter relação com o site falso.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Globo é acusada de crime eleitoral por edição do JN.

 


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Movimento dos Sem-Mídia, presidido por Eduardo Guimarães, protocola ação contra a Rede Globo em razão dos 18 minutos dedicados ao especial sobre o mensalão, após o horário eleitoral gratuito; emissora comandada por Ali Kamel (dir.), que nunca se recuperou da edição do debate entre Lula e Collor em 1989, é acusada de partidarismo.

247 – A edição de ontem do Jornal Nacional, que dedicou 18 minutos a um especial sobre o mensalão, logo após o horário eleitoral gratuito, pode ter infringido a Lei Geral das Eleições. Comandada por Eduardo Guimarães, a ONG Movimento dos Sem-Mídia, decidiu entrar com representação contra a Globo junto à Procuradoria Geral Eleitoral e ao Ministério das Comunicações, acusando a emissora da família Marinho, comandada pelo jornalista Ali Kamel, de agir de forma partidária, assim como ocorreu em 1989, na edição do debate entre Lula e Fernando Collor. Leia abaixo:

ONG representará contra Jornal Nacional na PGE e no Minicom
Até a insuspeita Folha de São Paulo notou a cobertura desproporcional, ilegal e até criminosa que o Jornal Nacional fez da sessão de terça-feira (23.10) do julgamento do mensalão. Segundo a matéria em tela, o telejornal gastou 18 dos 32 minutos de sua edição de ontem com esse assunto. Abaixo, o texto da Folha.
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FOLHA DE SÃO PAULO
24 de outubro de 2012
‘JN’ dedica quase 20 minutos a balanço do julgamento
DE SÃO PAULO
O “Jornal Nacional” da TV Globo, programa jornalístico mais assistido da televisão brasileira, dedicou ontem 18 dos 32 minutos de sua edição a um balanço do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal.
O telejornal exibiu oito reportagens sobre o tema, contemplando desde o que chamou de “frases memoráveis” proferidas no plenário do STF às rusgas entre os ministros Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandovsky, respectivamente relator e revisor do processo na corte.
O segmento mais “quente” do telejornal, dedicado às notícias do dia (debate do tamanho das penas e a decisão de absolver réus de acusações em que houve empate no colegiado) consumiu 3min12s.
O restante foi ocupado pelo resumo das 40 sessões de julgamento.
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Há, ainda, um agravante. O assunto foi ao ar no JN imediatamente após o fim do horário eleitoral, que, em São Paulo, foi encerrado com o programa de Fernando Haddad. E tem sido assim desde que começou o segundo turno – o noticiário do mensalão é apresentado pelo telejornal sempre “colado” ao fim do horário eleitoral.
O objetivo de interferir no pleito do próximo domingo em prejuízo do Partido dos Trabalhadores e dos outros partidos aliados que figuram na Ação Penal 470, vem sendo escancarado. Ontem, porém, essa prática ilegal chegou ao ápice.
A ilegalidade é absolutamente clara. Para comprovar, basta a simples leitura da Lei 9.504/97, a chamada Lei Geral das Eleições, que, em seu artigo 45, caput, reza que:
Caput – A partir de 1o de julho, ano da eleição, é vedado às emissoras de rádio e televisão, em sua programação normal e noticiário, conforme incisos:
III – Veicular propaganda política, ou difundir opinião favorável ou contrária a candidato, partido, coligação, a seus orgãos ou representantes;
IV – Dar tratamento privilegiado a candidato, partido ou coligação;
V – É vedado às emissoras de rádio e televisão, em sua programação normal e noticiário, veicular ou divulgar filmes, novelas, minisséries ou qualquer outro programa com alusão ou crítica a candidato ou partido político, mesmo que dissimuladamente (…)
Apesar de a Globo poder alegar que estava apenas reproduzindo um fato do Poder Judiciário, a intenção de usar as reiteradas menções dos ministros do Supremo Tribunal Federal ao Partido dos Trabalhadores é escancarada ao ponto de ter virado notícia de um jornal absolutamente insuspeito de ser partidário desse partido.
Conforme reza a lei, é vedada prática da qual o JN abusou, ou seja, fazer “Alusão ou crítica a candidato ou partido político, mesmo que dissimuladamente”. Ora, de dissimulado não houve nada. O PT foi citado reiteradamente pela edição do JN de forma insistente e por espaço de tempo jamais visto em uma só reportagem.
A Lei Eleitoral recebe interpretação pela Justiça Eleitoral, ou seja, ela julga exatamente as nuances das propagandas, dos programas em veículos eletrônicos e até mesmo na imprensa escrita e na internet.
O uso de uma concessão pública de televisão com fins político-eleitorais também viola a Lei das Concessões, cujo guardião é o Ministério das Comunicações.
Diante desses fatos, comunico que a ONG Movimento dos Sem Mídia, da qual este blogueiro é presidente, apresentará, nos próximos dias, representações à Procuradoria Geral Eleitoral e ao Ministério das Comunicações contra a TV Globo por violação da Lei Eleitoral, com tentativa de influir em eleições de todo país.
Detalhe: será pedido ao Minicom a cassação da concessão da Rede Globo por cometer crime eleitoral
Por certo não haverá tempo suficiente de fazer a representação ser apreciada por essas instâncias antes do pleito, mas isso não elidirá a denunciação desse claro abuso de poder econômico com vistas influir no processo eleitoral. Peço, portanto, o apoio de tantos quantos entenderem que tal crime não pode ficar impune.

Datafolha: Haddad aparece 15 pontos à frente de Serra.

24 de outubro de 2012 • 19h39 • atualizado às 20h10

 
O candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad lidera com 15 pontos percentuais de vantagem sobre José Serra (PSDB). O petista aparece com 49% das intenções de voto, contra 34% do tucano.
Consulte os candidatos a prefeito em todo o País
Veja os salários dos prefeitos e vereadores das capitais
Considerando os votos válidos, Haddad alcança 60%, conta 40% de Serra. A pesquisa atual reforça a tendência apresentada no levantamento anterior quando o petista aparecia com os mesmo 49% enquanto o tucano contava com 32% da preferência do eleitorado local. A pesquisa ainda revelou o percentual de rejeição dos candidatos: 52% dos entrevistados declararam que não votam em Serra, enquanto 36% rejeitam Haddad.
A pesquisa, contratada pelo jornal Folha de S. Paulo em parceria com a TV Globo, está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo com o código SP-01910/212. Para o levantamento foram entrevistadas 2.084 pessoas nos dias 23 e 24 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.