Itamar em show do disco “Ataulfo Alves por Itamar Assumpção: pra sempre agora, de 1996 (Foto:Mônica Bento/Acervo MUI.TA)Leia aqui...https://outraspalavras.net/poeticas/itamar-assumpcao-e-os-negos-ditos-das-metropoles/?fbclid=IwAR1nPiR1AgKj7b81vYSvym15CUPajGfgm4DJMXSzO-kHZOpcNLEvDruPF-ssexta-feira, 19 de novembro de 2021
Itamar Assumpção e os negos ditos das metrópoles.
Itamar em show do disco “Ataulfo Alves por Itamar Assumpção: pra sempre agora, de 1996 (Foto:Mônica Bento/Acervo MUI.TA)Leia aqui...https://outraspalavras.net/poeticas/itamar-assumpcao-e-os-negos-ditos-das-metropoles/?fbclid=IwAR1nPiR1AgKj7b81vYSvym15CUPajGfgm4DJMXSzO-kHZOpcNLEvDruPF-sterça-feira, 24 de agosto de 2021
Réquiem para a Mercearia São Pedro.
POR XICO SÁ
sexta-feira, 16 de julho de 2021
Não há democracia com extermínio em massa da população negra.
Letalidade policial é recorde no país; negros são 78% dos mortos...
sábado, 12 de junho de 2021
Porque complexo de vira-lata?
Porque complexo de vira-lata?
Itamar Assumpção por Anelis Assumpção.
quinta-feira, 10 de junho de 2021
RACISMO e ÓDIO em sua forma mais BRUTA.
Kathlen Romeu: mulher, mãe, negra e mais uma vítima do Estado Policial .
“A deputada Andréia de Jesus acaba de sofrer um ataque dos mais vis que já presenciei em 6 anos trabalhando com assessoria parlamentar. Ela pediu um minuto de silêncio pela jovem Kehtlen Romeu, mulher negra, gestante, que tombou com uma bala na cabeça em mais uma dessas desastrosas operações policiais no Rio. Ela ainda disse que estão matando o futuro desse país, em referência à jovem.
Tivemos que ouvir de dois deputados da direita que: a) a polícia só mata quem merece morrer; b) que a deputada, mulher negra, advogada popular, "precisava estudar" , que c) os "cidadãos de bem" concordam com toda a atividade policial e que d) esses jovens só seriam o futuro de uma pátria criminosa.
Atacam a honra da deputada e a memória de Kehtlen e de outros tantos jovens negros que tombaram em operações policiais sem piscar.
Tudo isso foi dito com a baba branca de ódio habitual no canto da boca, com os olhos injetados e com a conhecida gestualística violenta, de quem quer ter razão pela força do grito.
O fascismo não suporta ouvir a fala de uma mulher preta sem o tradicional esperneio, mas os limites da atividade parlamentar aqui, foram ultrapassados, e muito.
Mandar uma mulher negra, deputada, advogada popular estudar, não é apenas arrogância pura e simples: é racismo.
Há tempos que não escrevo por aqui, mas a indignação é muita. Repassem, façam ressoar. Não podemos compactuar com esse tipo de atitude em uma democracia, ainda que imperfeita, como a nossa.” - Pedro Munhoz, assessor da deputada.




